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Recebido em: 13.03.2026

Aprovado em:10.04.2026

Avaliado pelo: Sistema Double Blind Review


DA VITRINE À INFRAESTRUTURA: CONTINUIDADE, GOVERNANÇA E VALOR PÚBLICO DOS DADOS NO IPÊ – PAINEL DO TURISMO GOIANO


FROM SHOWCASE TO INFRASTRUCTURE: CONTINUITY, GOVERNANCE, AND THE PUBLIC VALUE OF DATA IN THE IPÊ – GOIÁS TOURISM DASHBOARD)


Victória de Melo Leão1

E-MAIL: victoriachemical@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0004-8381-7485

Giovanna Adriana Tavares Gomes2

E-MAIL: giotavares.adriana@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6742-5447


Carlos Henrique Pereira de Freitas3

E-MAIL: carlos.economia@outlook.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0006-5105-9725


Rafael de Araújo Rosa4

E-MAIL: rafaelestatisticaufg@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0004-4455-9102


RESUMO

O artigo analisa criticamente o IPÊ – Painel do Turismo Goiano como instrumento de gestão da informação turística, discutindo sua evolução entre 2021 e 2025 sob a perspectiva da continuidade institucional, governança de dados e geração de valor público. Por meio de um estudo de caso qualitativo, fundamentado em análise documental e observação comparativa da plataforma, são examinados aspectos relacionados à institucionalização, transparência metodológica, interoperabilidade, ética e potencial de reuso das informações por gestores, pesquisadores e agentes do mercado. Os resultados evidenciam avanços na ampliação de indicadores, integração de bases de dados e reorganização da interface, demonstrando maior maturidade informacional. Entretanto, identificam-se desafios associados à formalização de processos, rastreabilidade metodológica, previsibilidade das atualizações e fortalecimento da governança dos dados, aspectos essenciais para assegurar a continuidade institucional e a confiança dos usuários. Conclui-se que a consolidação do IPÊ como infraestrutura pública de inteligência turística depende da implementação de mecanismos permanentes de documentação, transparência, interoperabilidade e conformidade ética, ampliando seu papel como instrumento estratégico para a formulação de políticas públicas e para a tomada de decisão baseada em evidências.

Palavras-chave: Observatórios de Turismo. Governança de dados. Inteligência de mercado. Continuidade institucional. Ética.


ABSTRACT

This paper critically examines the IPÊ – Goiás Tourism Dashboard as a tourism information management tool, analyzing its evolution between 2021 and 2025 from the perspectives of institutional continuity, data governance, and public value creation. A qualitative case study was conducted through documentary analysis and comparative observation of the platform, focusing on institutionalization, methodological transparency, interoperability, ethics, and the potential reuse of information by policymakers, researchers, and market stakeholders. The findings indicate significant progress in expanding indicators, integrating multiple data sources, and improving the platform's interface, reflecting greater informational maturity. However, challenges remain regarding the formalization of governance processes, methodological traceability, updating predictability, and the strengthening of data governance practices, which are essential to ensure institutional continuity and user trust. The study concludes that consolidating the IPÊ Dashboard as a public tourism intelligence infrastructure requires permanent mechanisms for documentation, transparency, interoperability, and ethical compliance, thereby enhancing its contribution to evidence-based policymaking and strategic decision-making.

Keywords: Tourism Observatories; Data Governance; Market Intelligence; Institutional Continuity; Ethics.


1. INTRODUÇÃO


A produção e a circulação de dados no turismo têm se intensificado no Brasil nas últimas décadas, acompanhando a difusão de práticas de inteligência de mercado, avaliação de políticas e monitoramento setorial. Nesse movimento, observatórios e painéis informacionais assumem papel estratégico ao reduzir assimetrias de informação e ampliar a capacidade de decisão baseada em evidências, tanto no setor público quanto no setor privado. Entretanto, a utilidade desses instrumentos depende de sua capacidade de operar como infraestrutura de informação — e não apenas como vitrine de indicadores —, sustentando séries históricas, comparabilidade e confiança social por meio de processos de atualização, documentação e governança (Davenport; Prusak, 1998; Brasil, 2016).

No campo dos observatórios, a continuidade é particularmente sensível porque envolve, simultaneamente, estabilidade técnica, com equipes, rotinas e memória institucional, estabilidade metodológica e estabilidade de acesso. A ausência de formalização desses elementos costuma produzir um paradoxo: plataformas aparentemente consolidadas, mas com dificuldade de manter coerência e rastreabilidade ao longo do tempo, comprometendo reuso acadêmico e decisões de mercado (UN TOURISM, 2016). É precisamente a partir dessa chave interpretativa — continuidade como propriedade institucional e metodológica — que se justifica a escolha do caso analisado neste ensaio.

O IPÊ – Painel do Turismo Goiano é analisado neste ensaio por constituir iniciativa pública estadual em funcionamento desde 2021 e por ter passado por reformulação anunciada em 2024 — com novo layout e ampliação de indicadores —, consolidada por atualização em 2025 (Goiás, 2021/2025). Essa transformação foi divulgada como comunicação pública do Governo de Goiás, por meio do Observatório do Turismo de Goiás, da Goiás Turismo, em parceria com o Instituto Mauro Borges (IMB) (Goiás, 2024). Entre as inclusões comunicadas estão indicadores de arrecadação de atividades características do turismo (ACT), movimentação aeroportuária, RAIS (perfil e série histórica), Cadastur, Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e Caged, além de índices de contexto territorial como IBEU, IDHM e IDM (Goiás, 2024; Goiás, 2021,2025).

Apesar de a trajetória (2021–2025) sinalizar esforço de manutenção e aprimoramento, a continuidade pode ser comprometida quando rotinas, critérios e responsabilidades não se encontram suficientemente institucionalizados. No caso de instrumentos vinculados à administração pública, mudanças administrativas e reconfigurações de equipes — incluindo a rotatividade típica de posições de direção e coordenação em organizações públicas — podem redefinir prioridades e afetar a preservação de memória técnica. Tal condição não implica crítica personalista; antes, reforça a necessidade de mecanismos que protejam a consistência metodológica e a previsibilidade de atualização, reduzindo dependência de arranjos conjunturais e garantindo o valor público da informação (Brasil, 2016; Goiás, 2021,2025).

Diante disso, este ensaio objetiva analisar criticamente o IPÊ – Painel do Turismo Goiano enquanto instrumento de gestão da informação turística, enfatizando: (i) continuidade e institucionalização; (ii) governança e transparência metodológica; e (iii) reuso e integração entre demandas acadêmicas e mercadológicas. A questão orientadora é: em que medida a evolução do IPÊ – Painel do Turismo Goiano (2021–2025) indica maturidade e continuidade na gestão da informação turística e quais lacunas permanecem para fortalecer confiança, comparabilidade e uso efetivo?



2. METODOLOGIA


Adota-se delineamento de estudo de caso, com abordagem qualitativa e caráter analítico-crítico, adequado à investigação de fenômenos contemporâneos em contexto real, especialmente quando as fronteiras entre objeto e contexto não são claramente definidas (YIN, 2015). O procedimento integra: (i) análise documental de páginas institucionais e comunicação pública sobre o IPÊ – Painel do Turismo Goiano; (ii) observação comparativa da interface e da organização dos módulos, a partir de registros do painel inicial (2021) e de sua configuração atualizada em 2025; e (iii) análise interpretativa orientada por referenciais de governança pública de dados, transparência e ética.

O corpus empírico compreende a página oficial do IPÊ – Painel do Turismo Goiano (publicada em 2021 e atualizada em 2025) e a notícia institucional da reformulação de 2024 (Goiás, 2021,2025; Goiás, 2024). Como lentes analíticas, mobilizam-se a Política de Dados Abertos do Poder Executivo Federal (Brasil, 2016), a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) (Brasil, 2018) e o INSTO Framework (UN TOURISM, 2016), além de literatura sobre observatórios e tomada de decisão no turismo (Silva et al., 2016) e o clássico de gestão do conhecimento (Davenport; Prusak, 1998).

A análise organiza evidências em cinco categorias: evolução do produto informacional; continuidade e institucionalização; transparência e auditabilidade; interoperabilidade e reuso; e ética e risco informacional.


3. RESULTADOS E DISCUSSÕES


A comparação entre a configuração inicial do IPÊ – Painel do Turismo Goiano (2021) e sua configuração atualizada em 2025 evidencia mudança que vai além do plano estético. Em 2021, o painel apresentava identidade visual com predominância de fundo amarelo, navegação por ícones e organização em blocos de acesso a módulos, em uma lógica típica de “atalhos” para consulta (Figura 1). Essa arquitetura favorece consulta pontual e exploração, mas tende a tornar-se menos visíveis componentes essenciais para uso acadêmico e mercadológico, como rastreabilidade de fontes, periodicidade, definições operacionais e limitações de indicadores.


Figura 1 – IPÊ – Painel do Turismo Goiano (2021): interface inicial

Fonte: Observatório do Turismo de Goiás (Goiás Turismo), 2021.


A reformulação divulgada em 2024, como comunicação pública do Governo de Goiás via Observatório do Turismo de Goiás (Goiás Turismo), explicita o reposicionamento do IPÊ – Painel do Turismo Goiano como plataforma com dados atualizados e ampliação de indicadores, destacando benefícios para a comunidade e apoio à tomada de decisão (Goiás, 2024). A atualização institucional registrada em 2025 consolida a ampliação do repertório de módulos e a presença de recursos como “ficha técnica” e “base de dados”, sugerindo evolução em direção a uma infraestrutura pública de informação turística (Goiás, 2021/2025).

Do ponto de vista substantivo, a ampliação de bases integradas — emprego (Caged/RAIS), serviços (PMS), cadastros (Cadastur), arrecadação ACT, movimentação aeroportuária e indicadores territoriais — aumenta a capacidade explicativa do painel. Contudo, essa expansão também eleva a exigência de compatibilização de classificações, explicitação de metadados e documentação de transformações. Em painéis, a maturidade não se mede apenas pelo número de telas, mas pela capacidade de sustentar coerência e comparabilidade no tempo, viabilizando reuso responsável (Brasil, 2016; Un Tourism, 2016).

Embora o IPÊ – Painel do Turismo Goiano conte com quatro anos de apresentação pública (2021–2025), a continuidade deve ser analisada como propriedade institucional, e não como simples permanência digital.

Em instrumentos vinculados à gestão pública, a manutenção de rotinas de atualização, séries históricas e critérios de validação depende da existência de processos formalizados, da preservação de memória técnica e da clara distribuição de responsabilidades entre unidades e parceiros.

Na ausência desse arcabouço, eventuais reconfigurações administrativas e mudanças em posições de direção ou coordenação podem introduzir descontinuidades discretas — por exemplo, alterações de recortes sem registro, interrupções de periodicidade ou substituição de indicadores — que fragilizam comparabilidade e confiança.

A crítica aqui é construtiva: a experiência acumulada entre 2021 e 2025 oferece base favorável para fortalecer o caráter de “capacidade de Estado” do IPÊ – Painel do Turismo Goiano. Isso significa consolidar rotinas e documentação que independam de pessoas específicas e garantam previsibilidade para usuários do governo, do mercado e da academia.

Em termos de governança pública de dados, tal direção converge com princípios de transparência, responsabilidade e atualização periódica (Brasil, 2016) e com recomendações internacionais que associam efetividade do monitoramento à estrutura operacional e à comunicação metodologicamente rastreável (Un Tourism, 2016).

A reorganização de ícones e módulos funciona como indicador indireto de maturidade, pois estrutura a experiência informacional e orienta o que o usuário percebe como relevante. No IPÊ – Painel do Turismo Goiano, a passagem de uma interface inicial baseada em blocos e atalhos para uma organização mais segmentada e com maior explicitação de eixos — como desagregações em RAIS e a presença de módulos específicos (por exemplo, aeroportos, ficha técnica e base de dados) — sinaliza ampliação de fontes e maior intencionalidade de comunicação (Goiás, 2021,2025) (Figura 2).

Para o mercado, essa organização tende a reduzir custos de busca e facilitar análises sobre emprego, serviços, infraestrutura e dinâmica territorial, apoiando planejamento e investimento. Para a academia, amplia possibilidades de triangulação e análises comparadas, desde que o painel sustente metadados suficientes para interpretação e replicabilidade. Essa mediação entre produção de evidências e decisão corresponde ao papel atribuído aos observatórios no setor, cuja efetividade depende da consistência metodológica e da capacidade de comunicação do dado como informação interpretável (Silva et al., 2016).


Figura 2 – IPÊ – Painel do Turismo Goiano (2025): configuração atualizada

Fonte: Observatório do Turismo de Goiás (Goiás Turismo), 2021, print de tela.


A sofisticação visual pode aumentar a legibilidade e a atratividade, mas também pode produzir o risco de “fachada de dados”: confiança elevada baseada na visualização, sem aumento proporcional de auditabilidade. Em painéis que integram múltiplas fontes, o usuário tende a tomar números como autoexplicativos, quando, na realidade, dependem de escolhas técnicas (definições, filtros, defasagens, revisões). A mitigação desse risco exige incorporar transparência como componente do produto informacional, não como apêndice.

Nesse ponto, a Política de Dados Abertos oferece parâmetros práticos: clareza de responsabilidades, atualização periódica, completude e interoperabilidade (Brasil, 2016). Complementarmente, o INSTO Framework enfatiza que o monitoramento sustentável demanda estrutura operacional e comunicação consistente do método (Un Tourism, 2016). A presença de “ficha técnica” no IPÊ – Painel do Turismo Goiano sugere um caminho promissor; o ganho de maturidade, contudo, depende do nível de detalhamento, do versionamento e da rastreabilidade acessível ao usuário (Goiás, 2021,2025).

Para consolidar o IPÊ – Painel do Turismo Goiano como infraestrutura pública de informação — e reduzir vulnerabilidades de continuidade após quatro anos de apresentação — propõe-se um protocolo mínimo de entregáveis. O Quadro 1 organiza o protocolo mínimo em cinco camadas complementares (conceitual, operacional, metodológica, interoperabilidade e ética), enfatizando que a continuidade do IPÊ – Painel do Turismo Goiano depende menos do “produto visual” e mais da estabilidade de rotinas e registros que sustentem comparabilidade, rastreabilidade e reuso ao longo do tempo (Brasil, 2016; Un Tourism, 2016; Brasil, 2018).


Quadro 1 – Protocolo mínimo de governança e transparência para o IPÊ – Painel do Turismo Goiano

Entregável

O que resolve

Conteúdo mínimo verificável

Efeito para continuidade

1. Dicionário de indicadores (conceitual)

Evita ambiguidade e “números sem contexto”; habilita comparabilidade e reuso

Definição; unidade; fonte; recorte territorial; periodicidade; defasagem; limitações; observações de interpretação

Reduz dependência de “memória tácita” da equipe; preserva consistência mesmo com trocas de pessoas

2. Calendário de atualização + responsáveis (operacional)

Aumenta previsibilidade, confiança e accountability

Frequência por base/módulo; datas de atualização; unidade responsável; parceiro técnico; canal de contato

Protege rotina contra oscilações administrativas; “continuidade processual”

3. Notas técnicas por base e por módulo (metodológica)

Aumenta auditabilidade e leitura correta; deixa explícitas escolhas técnicas

Critérios de filtragem; classificações; tratamentos; revisões; quebras de série; mudanças de método; versão

Mantém rastreabilidade histórica e evita rupturas silenciosas

4. Exportação + licença de reuso (interoperabilidade)

Facilita uso por academia e mercado; reduz custo de análise

Download em formatos abertos; API/consulta; metadados; termos de uso/licença

Estimula ecossistema de reuso e validação externa; fortalece legitimidade

5. Diretrizes éticas + salvaguardas LGPD (ética e risco)

Evita risco informacional e uso indevido; sustenta confiança pública

Princípios; limites de granularidade; anonimização/agregação; avaliação de risco; orientações de uso responsável

Evita interrupções por questionamentos/controvérsias; institucionaliza prudência

Fonte: Observatório do Turismo de Goiás (Goiás Turismo), 2021.


Em conjunto, esses entregáveis reforçam que o valor do dado depende de contexto e processos. A perspectiva clássica de gestão do conhecimento sustenta que dados se tornam conhecimento acionável quando integrados a rotinas organizacionais e a práticas de interpretação e uso (Davenport; Prusak, 1998).


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS


A evolução do IPÊ – Painel do Turismo Goiano entre 2021 e a atualização em 2025 evidencia avanço na publicização de informações do setor turístico em Goiás, com reorganização de interface e ampliação de repertório de módulos e indicadores, conforme comunicação pública do Governo de Goiás via Observatório do Turismo de Goiás, da Goiás Turismo. A integração de bases econômicas, trabalhistas, setoriais e territoriais amplia a utilidade potencial do painel para gestão pública, mercado e academia.

A criticidade proposta é propositiva: a evolução do IPÊ – Painel do Turismo Goiano sugere ganho de maturidade informacional, mas a continuidade ainda depende de institucionalização, isto é, de rotinas e registros que reduzam vulnerabilidades de atualização e preservem séries históricas. As principais lacunas identificadas dizem respeito à rastreabilidade metodológica, à previsibilidade de atualização e às condições de reuso/auditabilidade, além de salvaguardas éticas compatíveis com a LGPD.

Como limitação, este ensaio baseia-se em análise documental e observacional. Pesquisas futuras podem incorporar entrevistas com gestores e usuários, métricas de adoção e estudos de uso efetivo na formulação de políticas e decisões empresariais. Ainda assim, conclui-se que a maturidade do IPÊ – Painel do Turismo Goiano (2021–2025) é real, porém incompleta, e que o painel tende a ampliar seu valor público quando a expansão de indicadores é acompanhada por transparência metodológica, reuso e continuidade institucional.


REFERÊNCIAS


BRASIL. Decreto nº 8.777, de 11 de maio de 2016. Institui a Política de Dados Abertos do Poder Executivo federal. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/decreto/d8777.htm>. Acesso em: 18 fev. 2026.


BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm>. Acesso em: 18 fev. 2026.


DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Working knowledge: how organizations manage what they know. Boston: Harvard Business School Press, 1998.


GOIÁS. Agência Estadual de Turismo (Goiás Turismo). IPÊ – Painel do Turismo Goiano. Publicado em 14 jun. 2021; última atualização em 23 maio 2025. Disponível em: <https://goias.gov.br/turismo/dashboards-desempenho-dos-indicadores-do-turismo-goiano/>. Acesso em: 18 fev. 2026.


GOIÁS. Agência Cora Coralina de Notícias. Governo lança novo Painel do Turismo Goiano. 24 mar. 2024. Disponível em: <https://agenciacoradenoticias.go.gov.br/115131-governo-de-goias-lanca-novo-painel-do-turismo-goiano>. Acesso em: 18 fev. 2026.


GOIÁS. Agência Estadual de Turismo (Goiás Turismo). Governo de Goiás lança novo IPÊ – Painel do Turismo Goiano. 25 mar. 2024. Disponível em: <https://goias.gov.br/turismo/governo-de-goias-lanca-novo-painel-do-turismo-goiano/>. Acesso em: 18 fev. 2026.


OLIVEIRA, Rafael Almeida de; MIRANDA, Isabela Peixoto de; AMARAL, João Pedro Sampaio. Gestão da Informação: o papel dos observatórios de turismo brasileiros para a tomada de decisão do setor público. Marketing & Tourism Review, v. 1, n. 2, 2016. Disponível em: <https://revistas.face.ufmg.br/index.php/mtr/article/view/3837>. Acesso em: 18 fev. 2026.


UN TOURISM. INSTO Framework. 2016. Disponível em: <https://www.untourism.int/sustainable-development/into-framework>. Acesso em: 18 fev. 2026.


YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.




1Turismóloga pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (2015), Pedagoga pelo Instituto da Consciência/Faculdade Delta (2024), Pós-graduada em Docência no Ensino Superior pela FABEC Goiás (2016) e MBA em ESG: Gestão e Investimentos pela Universidade Estácio de Sá. Mestre em Ambiente e Sociedade pela Universidade Estadual de Goiás (2018). Pesquisadora Sênior PDCA Pesquisa e Inteligência. Pesquisadora voluntária do Observatório de Inteligência Turística da ABBTUR Nacional. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/4644543411323864.

2 Doutora em Ciências Sociais e Performances Culturais pela Universidade Federal de Goiás, mestre em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Vale do Itajaí, especialista em Gestão em Turismo e Hotelaria, Administração do Setor Público, Administração em Marketing de Serviços e Social, além de MBA em Gestão de Projetos e MBA Executivo em Coaching. É bacharela em Turismo e graduada em Marketing. Atua na área de pesquisa aplicada, com experiência em turismo, hotelaria, eventos, marketing, gestão comercial e inteligência de mercado. É servidora pública do Estado de Goiás, coordenadora do Observatório do Turismo do Estado de Goiás, coordenadora do OBITUR/ABBTUR Nacional, presidente da ABBTUR-GO e da Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT). Agência Estadual de Turismo de Goiás (Goiás Turismo) / Observatório do Turismo do Estado de Goiás. SESC Goiás. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9245967497361899.

3Economista. Ciências Econômicas - Centro Universitário Alves Faria; Vínculo institucional: Pesquisador do Observatório do Turismo de Goiás; Lattes: http://lattes.cnpq.br/7009508423234793.

4Discente do curso de Bacharelado em Estatística da Universidade Federal de Goiás. Pesquisador do Observatório do Turismo de Goiás. Lattes: https://lattes.cnpq.br/6080328937434650.

226 Revista Brasileira dos Observatórios de Turismo - ReBOT, Natal/RN, v.5, n.2, Dossiê 4ª Mostra de Pesquisa Científica e Mercadológica da RBOT, p. 221-230, 2026.