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Recebido em: 13.03.2026

Aprovado em: 10.04.2026

Avaliado pelo: Sistema Double Blind Review


EXPEDIÇÃO ARAGUAIA 2025: PERFIL, SATISFAÇÃO E IMPACTOS DA TEMPORADA DO ARAGUAIA EM GOIÁS


ARAGUAIA EXPEDITION 2025: PROFILE, SATISFACTION, AND IMPACTS OF THE ARAGUAIA SEASON IN GOIÁS


Amanda Alves Borges1

E-MAIL:  amanda.borges@usp.br

ORCID: https://orcid.org/0000-0001-6270-5389


Ana Luisa Lopes Sales2

E-MAIL: ana_sales@discente.ufg.br

ORCID: https://orcid.org/0009-0005-3444-865X

Mikaelle Lima Souza3

E-MAIL: mikaelle@discente.ufg.br

ORCID: https://orcid.org/0009-0008-1591-6683


Carlos Henrique Pereira de Freitas4

E-MAIL: carlos.economia@outlook.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0006-5105-9725


RESUMO

Este estudo apresenta os resultados da Expedição Araguaia 2025, realizada pelo Observatório do Turismo de Goiás com o objetivo de analisar o perfil, o nível de satisfação dos turistas e os impactos socioambientais associados à Temporada do Araguaia, um dos principais eventos turísticos do estado. A pesquisa foi conduzida entre julho de 2025, ao longo de aproximadamente 400 km do Rio Araguaia, abrangendo os municípios de Aruanã, Bandeirantes (Nova Crixás) e Luiz Alves (São Miguel do Araguaia), com aplicação de 400 questionários, representando indiretamente 8.802 visitantes. Os resultados evidenciam um público majoritariamente goiano, composto por grupos familiares e de amigos, com elevada recorrência de visitas, permanência prolongada em acampamentos e forte vínculo afetivo com o destino. Os índices de satisfação foram elevados, com predominância da intenção de retorno e avaliações positivas da experiência turística. Por outro lado, foram identificadas demandas relacionadas à infraestrutura, saneamento, conectividade, serviços turísticos e ordenamento da atividade, além da necessidade de fortalecer ações voltadas à conservação ambiental. Conclui-se que a Temporada do Araguaia possui expressiva relevância econômica, social e territorial para Goiás, reforçando a importância de políticas públicas integradas que conciliem desenvolvimento turístico, qualidade da experiência do visitante e sustentabilidade ambiental.

Palavras-chave: Temporada do Araguaia. Vale do Araguaia. Perfil do turista. Satisfação do turista. Impactos socioambientais.


ABSTRACT

This study presents the findings of the Araguaia Expedition 2025, conducted by the Goiás Tourism Observatory to analyze tourists' profile, satisfaction levels, and the socio-environmental impacts associated with the Araguaia Season, one of the state's main tourism events. The survey was carried out in July 2025 along approximately 400 km of the Araguaia River, covering the municipalities of Aruanã, Bandeirantes (Nova Crixás), and Luiz Alves (São Miguel do Araguaia). A total of 400 questionnaires were administered, indirectly representing 8,802 visitors. The results reveal that the tourist flow is predominantly composed of residents from Goiás traveling with family and friends, characterized by frequent visits, extended stays at campsites, and strong emotional ties to the destination. High levels of visitor satisfaction were observed, with a strong intention to revisit and positive evaluations of the tourism experience. However, the study also identified challenges related to infrastructure, sanitation, internet access, tourism services, and destination management, highlighting the need to strengthen environmental conservation initiatives. The findings demonstrate the significant economic, social, and territorial importance of the Araguaia Season for Goiás and reinforce the need for integrated public policies capable of promoting sustainable tourism while enhancing visitor experience and preserving the region's natural resources.

Keywords: Araguaia Season; Araguaia Valley; Tourist profile; Tourist satisfaction; Socio-environmental impacts.


1. INTRODUÇÃO


A Temporada do Araguaia constitui um dos principais movimentos sazonais do turismo em Goiás, mobilizando fluxos expressivos de visitantes, dinamizando a economia regional e reforçando a visibilidade do Vale do Araguaia como destino associado ao lazer, à pesca, à navegação, ao camping e ao contato com a natureza. Segundo o Governo de Goiás (GOIÁS, 2023), são esperados cerca de 1.000.000 de turistas na Região Turística Vale do Araguaia. Nesse contexto, o turismo assume relevância não apenas econômica, mas também territorial e socioambiental, pois reorganiza temporariamente o uso do espaço, intensifica a circulação de pessoas e amplia a pressão sobre a infraestrutura urbana e sobre os ecossistemas fluviais.

Do ponto de vista teórico, a análise dialoga com a perspectiva da economia ecológica de Daly (1996), segundo a qual o subsistema econômico deve operar dentro dos limites biofísicos do meio ambiente, o que se aplica diretamente ao turismo em áreas naturais e sensíveis, como o Rio Araguaia. Também se apoia em Cruz (2003), ao compreender o turismo como fenômeno geográfico que produz usos específicos do território, exigindo infraestrutura, ordenamento e planejamento. Soma-se a isso a contribuição de Oliveira (2011), para quem o ecoturismo pode constituir instrumento de desenvolvimento socioambiental, desde que articulado à educação ambiental, à valorização dos recursos naturais e à participação social.

Nesse contexto, este resumo expandido apresenta os principais resultados da pesquisa realizada pelo Observatório do Turismo de Goiás durante a Expedição Araguaia 2025, que percorreu aproximadamente 400 km pelo Rio Araguaia ao longo de dez dias, com o objetivo de analisar o perfil e a satisfação dos turistas, bem como discutir as oportunidades econômicas e os desafios socioambientais associados à Temporada do Araguaia no trecho entre Aruanã, Bandeirantes e Luiz Alves.



2. METODOLOGIA


A Expedição Araguaia 2025 foi realizada entre os dias 11 e 20 de julho de 2025, contando com a participação de oito pesquisadores, responsáveis pela aplicação dos questionários junto aos turistas, além de 13 integrantes de apoio, entre equipe logística, guias e barqueiros. O percurso investigativo abrangeu aproximadamente 400 km ao longo do Rio Araguaia, incluindo os municípios de Aruanã (GO), Nova Crixás/Bandeirantes (GO) e São Miguel do Araguaia/Luiz Alves (GO). As entrevistas foram realizadas exclusivamente nas praias, tanto nas áreas vinculadas às administrações municipais quanto em praias mais afastadas, não sendo aplicadas nos centros urbanos. Ainda assim, o instrumento de pesquisa possibilitou que os participantes avaliassem a infraestrutura urbana dos municípios, desde que tivessem utilizado tais serviços.

O deslocamento da equipe ocorreu em seis canoas, com estrutura de acampamento itinerante instalada em cinco praias ao longo do trajeto, o que demandou planejamento operacional contínuo para montagem, desmontagem e transporte dos equipamentos. Embora a Temporada do Araguaia envolva outros municípios goianos, o recorte territorial adotado, de Aruanã a São Miguel do Araguaia/Luiz Alves, foi definido em função das limitações de tempo e dos recursos financeiros disponíveis para a execução da pesquisa.

Para a definição da amostra, considerou-se uma população estimada de 1.000.000 de turistas durante a Temporada do Araguaia. Com base nesse universo, estimou-se que uma amostra de 384 respondentes seria suficiente para assegurar nível de confiança de 95% e margem de erro de 5 pontos percentuais. Entretanto, o levantamento alcançou 400 participantes, superando o quantitativo mínimo requerido. Ressalta-se que os questionários foram aplicados exclusivamente ao(à) líder de cada grupo de turistas, sendo também registrada a quantidade total de pessoas representadas por cada respondente. Desse modo, embora a amostra direta tenha sido composta por 400 entrevistados, a abrangência indireta da pesquisa correspondeu a 8.802 pessoas. A coleta de dados foi realizada por meio de formulários impressos, posteriormente tabulados e digitalizados na plataforma Google Forms. Na etapa de tratamento e análise, os dados foram organizados e processados no Microsoft Excel, subsidiando a elaboração do relatório técnico da pesquisa.

Na Figura 1, apresenta-se a rota da Expedição, com a indicação dos principais pontos onde ocorreram as pesquisas. A elaboração do mapa foi realizada com base em dados e informações obtidas junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), à Goiás Turismo e às imagens do Google Satellite.


Figura 1 - Mapa de localização dos pontos de pesquisa da Expedição Araguaia

Fonte: Autores, 2026.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES


A pesquisa contemplou 400 respondentes, que representaram indiretamente 8.802 pessoas, distribuídas entre Aruanã/GO (21,75%), Bandeirantes, em Nova Crixás/GO (37%), e Luiz Alves, em São Miguel do Araguaia/GO (41,25%). Entre os respondentes, observou-se equilíbrio de gênero (50% feminino e 50% masculino), idade média de 43 anos e 100% de nacionalidade brasileira, com destaque para goianos residentes no exterior que retornaram para a Temporada do Araguaia, oriundos de países como Portugal, Estados Unidos, França, Colômbia, Inglaterra e Polônia. Quanto à procedência, 92% eram do estado de Goiás e 8% de outras unidades da federação, especialmente São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Entre as cidades mais citadas, destacaram-se Goiânia (30%), Anápolis (6,75%) e Crixás (4,5%).

Em relação à escolaridade, 50% dos respondentes possuíam ensino superior ou pós-graduação, 44% ensino médio e 6% ensino fundamental. A renda média declarada foi de aproximadamente R$6.000,00, equivalente a cerca de quatro salários mínimos. No universo total representado, os grupos apresentaram média de 22 pessoas, com registro máximo de 270 integrantes. Do total, 30,5% dos grupos possuíam entre 1 e 10 pessoas, 33,75% entre 11 e 20, e 35,75% mais de 21 pessoas. Predominaram grupos formados por família e/ou amigos (98%), enquanto 2% eram compostos por casais, pessoas sozinhas ou colegas de pesca/trabalho.

Quanto ao perfil etário do total representado, 16,14% tinham até 10 anos, 10,71% entre 11 e 17 anos, 64,78% entre 18 e 59 anos e 8,36% possuíam 60 anos ou mais, com idade média geral de 33 anos. A frequência média de visita ao Araguaia foi de três vezes ao ano, e 85% dos entrevistados afirmaram ter conhecido ou mantido o hábito de frequentar a região por influência de amigos e familiares, reforçando o caráter de tradição familiar. Os demais 15% citaram outras fontes, como Instagram, televisão, escola, agências de turismo e prefeituras.

No que se refere à permanência no destino, 61,5% pernoitaram em acampamentos, 35,5% na cidade e 3% não pernoitaram, permanecendo, em média, 12 horas por dia. Entre os que acamparam, 63% apontaram a tradição familiar como principal motivação, incluindo relato de até 75 anos de tradição, seguida do contato com a natureza. A média de permanência foi de 12 dias nos acampamentos e 7 dias na cidade. Entre os que se hospedaram em área urbana, 74% utilizaram casa própria ou de amigos/familiares, e 26% recorreram a meios formais de hospedagem, como hotéis, pousadas, casas alugadas e barco-hotel. Os principais resultados da pesquisa foram sintetizados em um infográfico apresentado na Figura 2.


Figura 2 – Infográfico principais resultados Expedição Araguaia

Fonte: O Popular, 2025.

Em termos de mobilidade, 94% chegaram à cidade em automóvel próprio, e 6% por outros meios, como avião particular, helicóptero, carona ou ônibus. Para chegar às praias, 67% utilizaram barco próprio, 26,75% contrataram barqueiros, 4,25% utilizaram ambas as formas e os demais recorreram a outros meios. Além disso, 72% declararam possuir embarcação própria, totalizando 511 embarcações entre 288 respondentes, com média de 1,77 embarcação por grupo. Entre estes, 63,89% possuíam uma embarcação, 16,32% duas e 19,79% três ou mais, sendo 58,34% dos motores de até 30 hp e 41,66% acima de 31 hp.

Entre as principais práticas de lazer destacaram-se canoa, lancha, jet ski, baralho, churrasqueira, bola, pesca, caiaque, boia e vôlei. Quanto aos animais mais associados simbolicamente ao Araguaia, sobressaíram os peixes, especialmente piraíba e pirarara, seguidos do boto, tuiuiú e a onça.

Durante 10 dias, foi possível conversar com diversas pessoas para entender como é o período de alta temporada e quais são as principais observações, sugestões e reclamações da população turística. Em relação à satisfação, 90% indicaram o Araguaia como sua primeira opção de férias em julho, 88% afirmaram que suas expectativas foram plenamente atendidas ou superadas e 98,5% declararam intenção de retornar nas próximas temporadas. Por fim, a avaliação média das cidades foi de 3,75, e a da infraestrutura e dos serviços turísticos, de 3,84, em escala de 1 a 5. Entre os aspectos melhor avaliados destacaram-se as hospedagens, a diversão noturna/shows, o serviço de barqueiro e a segurança pública, enquanto as menores avaliações recaíram sobre internet, rodoviárias, restaurantes e alimentação, preços praticados, preço do barqueiro, banheiros, portos, informações turísticas.

A Figura 2 sintetiza parte desses resultados e evidencia, ainda, o potencial econômico associado à Temporada do Araguaia. O gasto médio por pessoa, estimado em aproximadamente R$1.000,00, pode parecer modesto quando observado isoladamente; no entanto, ao ser projetado para o conjunto dos grupos representados, alcança cerca de R$8,8 milhões, revelando a relevância da atividade turística para a economia regional. Nesse sentido, os dados reforçam que a Temporada do Araguaia não constitui apenas um fluxo sazonal de visitantes, mas um fenômeno social e econômico capaz de dinamizar setores como hospedagem, alimentação, transporte e prestação de serviços.

Além de evidenciar a relevância econômica e social da Temporada do Araguaia, a pesquisa também aponta caminhos concretos para o fortalecimento do destino turístico. As sugestões apresentadas pelos participantes indicam a necessidade de ações integradas voltadas à melhoria da infraestrutura básica e ambiental, com destaque para saneamento, abastecimento de água, energia, coleta de resíduos, manutenção das rodovias e qualificação dos portos; à ampliação e qualificação dos serviços e equipamentos turísticos, como internet, banheiros públicos, informação turística e oferta de alimentação; ao reforço da segurança e da fiscalização, especialmente no controle ambiental, na atuação de salva-vidas, bombeiros e serviços de saúde; e ao aprimoramento do ordenamento da atividade turística, com maior clareza nas regulamentações, qualificação de barqueiros e guias, definição de preços mais justos e valorização da cultura e da biodiversidade locais. Desse modo, conclui-se que a consolidação do Araguaia como destino turístico sustentável depende não apenas da atratividade natural da região, mas também da capacidade de planejamento, gestão e implementação de políticas públicas articuladas com as demandas identificadas no território.

Sob a perspectiva de Cruz (2003), esses resultados permitem compreender o turismo como um fenômeno geográfico que reorganiza temporariamente o território, articulando praias, cidades, portos e estruturas de apoio em torno de uma lógica específica de circulação, permanência e consumo. A forte recorrência das viagens, a predominância de grupos familiares e de amigos, bem como a expressiva permanência em acampamentos, indicam que a Temporada do Araguaia ultrapassa a dimensão de um deslocamento turístico eventual, configurando-se como prática social e marcada por vínculos simbólicos com o lugar.

Entretanto, os benefícios econômicos e sociais do turismo não podem ser dissociados dos riscos ambientais inerentes à intensificação do uso de áreas naturais sensíveis, como o Rio Araguaia. Nesse sentido, estudos sobre ambientes aquáticos alertam que alterações na qualidade da água, erosão e sedimentação das margens, redução dos estoques pesqueiros e contaminação por águas residuais podem comprometer os ecossistemas fluviais e afetar desde a microbiota até as populações humanas que deles dependem diretamente (CEBALLOS, 1995). Assim, a menção a esses processos não implica afirmar que todos estejam ocorrendo, de forma comprovada, no recorte analisado, mas ressalta perigos e impactos potenciais que devem ser considerados no planejamento turístico e ambiental.

À luz de Daly (1996), essa reflexão reforça que o turismo, enquanto subsistema econômico, deve operar dentro dos limites biofísicos do ambiente. Já Oliveira (2011) contribui ao defender o ecoturismo como possibilidade de desenvolvimento socioambiental, desde que articulado à educação ambiental, à valorização dos recursos naturais e à participação social. Desse modo, os achados sugerem que o fortalecimento do turismo regional depende de planejamento integrado, ordenamento do uso turístico, qualificação da infraestrutura e políticas públicas capazes de compatibilizar geração de renda, conservação ambiental e qualidade da experiência do visitante.


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS


Conclui-se que a Temporada do Araguaia desempenha papel estratégico para o turismo goiano, tanto pela capacidade de atrair visitantes e movimentar a economia regional quanto por reforçar o Vale do Araguaia como espaço de lazer, sociabilidade e contato com a natureza. Os resultados da Expedição Araguaia 2025 evidenciam um fluxo turístico recorrente, fortemente associado a grupos familiares, ao acampamento e ao uso intensivo do rio e de suas praias, além de apontarem níveis elevados de satisfação e intenção de retorno.

Assim, a Temporada do Araguaia deve ser compreendida não apenas como oportunidade de dinamização econômica, mas como campo estratégico para a consolidação de um modelo de turismo sustentável em Goiás, capaz de articular conservação ambiental, bem-estar da população local e valorização das potencialidades regionais, em consonância com os limites ecológicos do Rio Araguaia.


REFERÊNCIAS


AZEVEDO, Jaqueline de. Diagnóstico da qualidade da água do Rio Araguaia no trecho urbano de Conceição do Araguaia-PA. In: OPEN SCIENCE RESEARCH IV. [S. l.]: Editora Científica Digital, 2022. cap. 15, p. 202-216. DOI: 10.37885/220408708.


CEBALLOS, B. S. O. Utilização de indicadores microbiológicos na tipologia de ecossistemas aquáticos do trópico semi-árido. 1995. 192 f. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas – Microbiologia) — Instituto de Ciências Biomédicas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1995.


CRUZ, Rita de Cássia Ariza da. Introdução à geografia do turismo. São Paulo: Roca, 2003.


DALY, Herman E. Beyond growth: the economics of sustainable development. Boston: Beacon Press, 1996.


GOIÁS (Estado). Observatório do Turismo do Estado de Goiás. Pesquisa: perfil e satisfação do turista na Temporada do Araguaia. Goiânia: Governo de Goiás, [2025]. Disponível em: https://goias.gov.br/observatoriodoturismo/relatorios-tecnicos-ano-2025/


GOIÁS (Estado). Temporada do Araguaia deve receber 1 milhão de turistas. Goiânia: Governo de Goiás, 29 maio 2023. Disponível em: https://goias.gov.br/temporada-do-araguaia-2023-caiado-anuncia-reforco-nos-investimentos-do-estado/.


OLIVEIRA, Cristiane Fernandes de. Ecoturismo como prática para o desenvolvimento socioambiental. Revista Brasileira de Ecoturismo, São Paulo, v. 4, n. 2, p. 184-195, 2011. DOI: 10.34024/rbecotur.2011.v4.5919.





1 Discente do curso de Bacharelado em Turismo do IFG - Instituto Federal de Goiás, Guia de Turismo Nacional e Graduação em Gestão de Turismo (UEG), especialista em Desenvolvimento Regional e Planejamento Turístico (UEG). Mestre e doutoranda em turismo (USP). Coordenadora do Observatório do Turismo de Goiás. Lattes: https://lattes.cnpq.br/3863202491093437.

2Discente de Geografia Bacharelado (UFG). Estagiária do Observatório do Turismo de Goiás. Lattes: https://lattes.cnpq.br/5551971163670260.

3Discente de Geografia Bacharelado (UFG). Estagiária do Observatório do Turismo de Goiás. Lattes: https://lattes.cnpq.br/4234596007863982.

4 Ciências Econômicas (Centro Universitário Alves Faria). Pesquisador do Observatório do Turismo de Goiás. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7009508423234793.

91 Revista Brasileira dos Observatórios de Turismo - ReBOT, Natal/RN, v.5, n.2, Dossiê 4ª Mostra de Pesquisa Científica e Mercadológica da RBOT, p. 89-97, 2026.