Recebido em: 13.03.2026
Aprovado em: 10.04.2026
Avaliado pelo: Sistema Double Blind Review
AVANÇOS NA GESTÃO DA INFORMAÇÃO TURÍSTICA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DO PORTAL DO TURISMO INTELIGENTE DE CURITIBA (POTI) ENTRE 2025 E 2026
ADVANCES IN TOURISM INFORMATION GOVERNANCE: A COMPARATIVE ANALYSIS OF CURITIBA’S SMART TOURISM PORTAL (POTI), 2025-2026
Juliana Medaglia1
E-MAIL: juliana.medaglia@ufpr.br
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-4034-5113
Luana Bertoja2
E-MAIL: bertojaluana@ufpr.br
ORCID: https://orcid.org/0009-0009-6870-3152
Emilene Bueno Amorim3
E-MAIL: emilene.bueno@ufpr.br
ORCID: https://orcid.org/0009-0004-7792-513X
RESUMO
A gestão da informação constitui um elemento estratégico para o planejamento e o desenvolvimento do turismo, especialmente no contexto dos Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs), que utilizam tecnologias e dados para subsidiar a tomada de decisão. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar a evolução do Portal do Turismo Inteligente de Curitiba (POTI) entre os anos de 2025 e 2026 como instrumento de apoio à gestão da informação turística. A pesquisa caracteriza-se como exploratória, documental, de abordagem qualitativa e análise comparativa, fundamentada em levantamento bibliográfico e na observação sistemática das versões do portal, considerando aspectos relacionados à organização das informações, atualização dos indicadores, estrutura de navegação, recursos de visualização de dados e acessibilidade. Os resultados evidenciaram avanços significativos na plataforma, destacando-se a reorganização das categorias de pesquisa, a ampliação dos recursos de filtragem e visualização, a diversificação dos conteúdos disponibilizados e a melhoria da interface, tornando o acesso às informações mais dinâmico e eficiente. Apesar das melhorias, verificou-se que a atualização contínua de alguns indicadores permanece como desafio para garantir a confiabilidade dos dados e potencializar sua utilização no planejamento turístico. Conclui-se que o POTI fortaleceu seu papel como ferramenta de apoio à gestão da informação e à inteligência turística, contribuindo para o desenvolvimento de Curitiba como Destino Turístico Inteligente, embora ainda sejam necessários aperfeiçoamentos voltados à atualização sistemática das informações e à avaliação da percepção dos usuários sobre a plataforma.
Palavras-chave: Turismo. Gestão da Informação. Destinos Turísticos Inteligentes (DTI).
ABSTRACT
Information management is a strategic element for tourism planning and development, especially in the context of Smart Tourism Destinations (STDs), which use technology and data to support decision-making processes. In this context, this study aimed to analyze the evolution of Curitiba's Smart Tourism Portal (POTI) between 2025 and 2026 as a tool for tourism information management. The research is characterized as exploratory, documentary, qualitative, and comparative, based on a literature review and a systematic analysis of the portal versions, considering information organization, indicator updates, navigation structure, data visualization resources, and accessibility. The results revealed significant improvements in the platform, including the reorganization of research categories, the expansion of filtering and visualization features, the diversification of available content, and enhancements to the interface, making access to information more dynamic and efficient. Despite these advances, the continuous updating of some indicators remains a challenge to ensure data reliability and maximize its contribution to tourism planning. The study concludes that POTI has strengthened its role as a tourism information management and tourism intelligence tool, contributing to Curitiba's development as a Smart Tourism Destination, although further improvements are still needed regarding systematic data updating and the assessment of users' perceptions of the platform.
Keywords: Tourism. Information Management. Smart Tourism Destinations (STDs).
Com a contínua ascensão do turismo, a informação torna-se fundamental, uma vez que, sem ela, a atividade dificilmente se desenvolveria ou se expandiria. Dessa forma, torna-se indispensável o acesso a informações precisas, confiáveis e relevantes para apoiar o consumidor em seus processos de tomada de decisão (Cacho et al., 2010). Visto que, além de orientar o comportamento do turista, as informações são essenciais para o planejamento da atividade turística para a gestão, permitindo compreender demandas, identificar tendências e apoiar a formulação de estratégias para o desenvolvimento do setor, sem informação, é impossível planejar o desenvolvimento turístico de um destino (Medaglia e Ortega, 2015).
Para que esse acesso ocorra de forma efetiva, a gestão pública assume um papel central na implementação dessas iniciativas, influenciando diretamente o desenvolvimento das comunidades urbanas (Oliveira et al., 2024). Considerando esse papel, observa-se que as cidades apresentam dinâmicas complexas e estão em constante transformação, o que exige do poder público capacidade de monitoramento e adaptação diante das diversas demandas sociais e urbanas (Fernandes e Torres-Bernier, 2021, p. 2-21). Com as crescentes mudanças e a incorporação de novas tecnologias, ganham destaque os conceitos de Cidade Digital e Cidade Inteligente, que buscam integrar recursos tecnológicos e sistemas de informação para tornar as cidades mais eficientes e orientadas às necessidades da população.
De modo geral, cidades inteligentes são compreendidas como aquelas que buscam promover um desenvolvimento urbano mais sustentável, inovador e integrado, articulando diferentes dimensões do espaço urbano, como mobilidade, infraestrutura, serviços públicos e qualidade ambiental. Nesse modelo, a incorporação de tecnologias digitais e sistemas de informação assume um papel central na organização e no funcionamento das cidades, ao possibilitar a coleta e a análise de dados sobre o ambiente urbano e sua conversão em informações estratégicas para a gestão pública. A partir dessas informações, torna-se possível qualificar os processos de planejamento e a oferta de serviços urbanos (Fernandes e Torres-Bernier, 2021, p. 2-21).
No contexto do turismo, a lógica de integração entre tecnologia, dados e gestão urbana tem sido incorporada por meio do conceito de Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs). A implementação desse modelo tem se consolidado como uma alternativa eficaz para otimizar a gestão turística e aprimorar a competitividade dos destinos (Nunes et al., 2020). Separando cada informação para integrar um sistema de informação direcionado para objetivos institucionais (Smit 2009, p. 61). Nos DTIs, a administração do turismo é orientada pelo uso estratégico de dados e tecnologia, permitindo identificar o perfil do turista, realizar o planejamento adequado da infraestrutura turística, equilibrar a relação estreita entre oferta e demanda e apoiar a construção de políticas públicas baseadas na análise e previsibilidade dos fluxos turísticos.
No Brasil, algumas cidades vêm incorporando esse modelo em suas estratégias de desenvolvimento turístico. Curitiba, capital do estado do Paraná, integra o grupo dos dez municípios brasileiros selecionados para participar do projeto-piloto DTI Brasil (Curitiba, 2026). A iniciativa foi lançada em parceria entre o Ministério do Turismo e o Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa (SEBRAE), com apoio financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e inspiração metodológica no modelo desenvolvido pela SEGITTUR (Sociedad Mercantil Estatal para la Gestión de la Innovación y las Tecnologías Turísticas), da Espanha (Zilli et al., 2025).
Associado a esse modelo de desenvolvimento turístico, destaca-se o conceito de inteligência turística, entendido como a capacidade de produzir, organizar e analisar dados e indicadores relacionados ao turismo, permitindo subsidiar processos de tomada de decisão estratégica e acompanhar o desempenho da atividade turística em determinado território (Zilli et al., 2025).
Entre as iniciativas voltadas à inteligência turística no município, destaca-se o Portal do Turismo Inteligente de Curitiba (POTI), desenvolvido pelo Instituto Municipal de Turismo da Prefeitura de Curitiba como ferramenta de apoio à gestão do turismo no contexto de destinos inteligentes. A plataforma reúne e disponibiliza dados sobre fluxo turístico, perfil do visitante, atrativos e indicadores econômicos da atividade, utilizando recursos de Business Intelligence que auxiliam na tomada de decisões estratégicas por gestores públicos, atores do setor turístico e pela comunidade acadêmica (Curitiba, 2026). Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo analisar a evolução do Portal do Turismo Inteligente de Curitiba (POTI) entre os anos de 2025 e 2026 enquanto instrumento de apoio à gestão e ao planejamento da atividade turística.
Para alcançar esse objetivo, o resumo está organizado em diferentes seções. Após esta introdução, apresenta-se a metodologia adotada na pesquisa. Em seguida, são expostos e discutidos os resultados obtidos a partir da análise do Portal. Por fim, apresentam-se as considerações finais do estudo, seguidas das referências utilizadas.
A pesquisa caracteriza-se como exploratória, de caráter documental, com abordagem qualitativa e análise comparativa. Inicialmente, realizou-se levantamento bibliográfico para fundamentar os conceitos de gestão da informação, inteligência turística e Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), a partir de estudos disponíveis no repositório da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo (ANPTUR) e na plataforma Publicações de Turismo. Ao todo, foram identificados onze trabalhos relacionados à temática, dos quais sete foram selecionados para compor o referencial teórico deste estudo, considerando sua aderência aos temas de inteligência turística, gestão da informação e DTI.
A etapa documental concentrou-se na análise comparativa da evolução POTI entre os anos de 2025 e 2026. Como base inicial de comparação, utilizou-se o estudo desenvolvido em 2025 por pesquisadores do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR), o qual identificou potencial do Portal como instrumento de apoio à gestão da informação turística, mas também apontou limitações relacionadas à organização das informações, atualização dos dados, design e acessibilidade da plataforma.
Na etapa atual da pesquisa, realizou-se nova observação sistemática do POTI em 2026, complementada pela consulta a dois sites institucionais vinculados à Prefeitura de Curitiba e ao Instituto Municipal de Turismo. A análise comparativa considerou aspectos relacionados à organização das informações, atualização dos indicadores turísticos, estrutura de navegação, recursos de visualização de dados e acessibilidade da plataforma. Também foram observadas mudanças na disposição dos menus, nos filtros de pesquisa e na diversidade de conteúdos disponibilizados. A partir desses critérios, buscou-se identificar avanços, permanências e limitações na circulação da informação turística e nas contribuições do POTI para a governança e o planejamento do turismo em Curitiba enquanto Destino Turístico Inteligente.
A análise comparativa do POTI entre as versões do ano de 2025 e do ano de 2026, apresentou mudanças significativas na organização das informações, na visualização dos dados e na estrutura de navegação, indicando um esforço de aprimoramento da plataforma como instrumento de apoio à gestão para a inteligência turística dentro do modelo DTI. Essa mudança evidencia a crescente valorização da informação para o setor público e privado no turismo, trazendo eficácia na otimização, com o objetivo de aprimorar e acompanhar o desempenho da atividade turística em Curitiba (Nunes et al., 2020).
Na versão analisada de 2025, o POTI era constituído por cinco categorias principais: Dados Gerais do Município, Economia do Turismo, Equipamentos e Atrativos Turísticos, Fluxo Turístico e Perfil do Turista, demonstrando o potencial de apoiar a gestão da informação por meio da organização dos dados em painéis interativos. Contudo, foram identificadas limitações relacionadas à atualização dos dados incompletos e com atualização irregular, limitando parcialmente o potencial do POTI como ferramenta de apoio à gestão. Além disso, o acesso às informações principais sobre Curitiba concentrava-se na categoria Dados Gerais do Município.
Atualmente, a página inicial passou a apresentar quatro categorias de pesquisa relacionadas ao turismo do Destino Turístico Inteligente Curitiba: Dados do Turismo, Pesquisa Linha Turismo, Eventos Apoiados e Plano Municipal do Turismo (Figura 1). Essa reorganização indica diversificação das informações disponibilizadas, incorporando conteúdos voltados não apenas aos indicadores, mas ao monitoramento de atividades e ao planejamento da política pública de turismo, reforçando o potencial do Portal como instrumento de apoio à gestão no turismo no contexto dos DTIs (Nunes et al., 2019).
Figura 1 - Portal de Turismo Inteligente de Curitiba (POTI) 2026
Fonte: elaboração própria a partir de prints do POTI, 2026.
No painel Dados do Turismo, além da manutenção dos indicadores presentes na versão anterior (Figura 2), observa-se a ampliação da estrutura de navegação com a inclusão de duas novas seções, “Natal” e “Sobre” (Figura 3), sugerindo a incorporação de conteúdos relacionados a eventos de grande porte e a separação das informações que contextualizam sobre o POTI.
Figura 2 - Portal de Turismo Inteligente de Curitiba (POTI) 2025
Fonte: print de tela do POTI, 2025.
Outro avanço refere-se à ampliação dos recursos visuais do POTI. Enquanto na versão anterior os menus principais estavam concentrados em uma barra lateral, a versão de 2026 apresenta reorganização da navegação com a inclusão de um menu horizontal superior (Figura 3). Também foram identificados novos recursos de filtragem permitindo selecionar dados por regional, bairro e área verde. Assim, a separação dessas informações complementam o sistema de informação que se direciona para meios de pesquisa institucionais e acadêmicos no turismo (Smit 2009, p. 61). Ampliando a exploração das informações disponíveis e potencializando o planejamento local de investimentos turísticos.
Figura 3 - Portal de Turismo Inteligente de Curitiba (POTI) 2026
Fonte: print de tela do POTI, 2026.
Tendo em vista as mudanças identificadas, há um notável aprimoramento na interface e estrutura de navegação do POTI, dinamizando e tornando mais acessível a consulta dos dados. Ou seja, o layout e a forma de linguagem atualizados e otimizados na versão de 2026 cumprem com a proposta de trazer informação à gestão que busca planejar o desenvolvimento turístico de um destino (Medaglia e Ortega, 2015). Garantindo avanços ao POTI como instrumento de apoio à gestão da informação turística, embora sua efetividade dependa da atualização contínua, confiável e da gestão sistemática dos dados.
Nesse contexto, a inteligência turística, entendida como a capacidade de orientar decisões estratégicas a partir da análise de dados e indicadores do turismo, destaca-se na qualidade, atualização e a circulação da informação para subsidiar processos de planejamento para a tomada de decisão no setor, no contexto do DTI (Zilli et al., 2025). A comparação entre as versões analisadas demonstra evolução na organização das informações e na diversidade de dados turísticos disponibilizados. Embora alguns indicadores apresentem atualização gradual, observa-se maior sistematização na apresentação dos dados, com parte deles organizada em recortes trimestrais ao longo do ano. Assim, os resultados indicam um movimento de aprimoramento do POTI como ferramenta de apoio ao planejamento e à gestão da atividade turística no município.
O estudo teve como objetivo analisar a evolução da plataforma de dados do Instituto Municipal da Prefeitura de Curitiba, o POTI, entre 2025 e 2026 como instrumento de apoio à gestão da informação turística. Este objetivo foi alcançado por meio da análise comparativa das duas versões da plataforma. Os resultados evidenciaram avanços na organização e acessibilidade das informações, na estrutura de navegação e na diversidade de conteúdos disponibilizados, com destaque para a ampliação das categorias de pesquisa e para os recursos de visualização e filtragem de dados. Tais melhorias fortalecem o potencial do POTI como ferramenta de apoio ao planejamento e à gestão da atividade turística em Curitiba. Ainda assim, permanecem desafios relacionados à atualização contínua de alguns indicadores, aspecto essencial para garantir a confiabilidade e a efetiva utilização das informações disponibilizadas.
Como limitação da pesquisa, destaca-se que a análise concentrou-se nas funcionalidades e na organização das informações da plataforma, sem considerar a percepção de gestores e demais usuários do Portal. Dessa forma, estudos futuros podem investigar como essas ferramentas contribuem para os processos de planejamento e tomada de decisão em Destinos Turísticos Inteligentes.
CACHO, Andréa do N. B.; AZEVEDO, Francisco F. de. O turismo no contexto da sociedade informacional. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, v. 4, n. 2, 2010. Disponível em: https://rbtur.org.br/rbtur/article/view/266. Acesso em: 22 maio 2026.
CURITIBA. Destino Inteligente. Curitiba: Instituto Municipal de Turismo, 2026. Disponível em: https://destinointeligente.curitiba.pr.gov.br/. Acesso em: 22 maio 2026.
FERNANDES, Diogo L.; TORRES-BERNIER, Enrique. Acessibilidade virtual em destinos turísticos inteligentes: os casos de Curitiba [Brasil] e Málaga [Espanha]. Revista Rosa dos Ventos - Turismo e Hospitalidade, v. 13, n. 1, 2021. Disponível em: https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/rosadosventos/article/view/8074. Acesso em: 22 maio 2026.
MEDAGLIA, Juliana; ORTEGA, Cristina Dotta. Mediação da informação em turismo: um estudo introdutório. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, v. 6, n. 2, p. 126-147, 2015. Disponível em: https://revistas.usp.br/incid/article/view/89926. Acesso em: 22 maio 2026.
NUNES, Ricardo F.; MEDAGLIA, Juliana; STADLER, Adriano. Destinos turísticos inteligentes e gestão do conhecimento: possíveis convergências. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, v. 9, n. 1, p. 61-73, 2020. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/atoz/article/view/71613. Acesso em: 22 maio 2026.
OLIVEIRA, S. S.; SIRQUEIRA, G. S.; MARINHO, R. T.; BOCKORNI, B. R. S. Diagnóstico da transformação digital, entre a cidade digital e a cidade inteligente: um estudo de caso sobre a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. Revista de Tecnologia Aplicada, p. 57-73, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.48005/2237-3713rta2023v12n3p5773. Acesso em: 22 maio 2026.
PAVAN, C. S.; BIZ, A. A. Análise do fluxo de informação e processo de criação de conhecimento de uma Destination Management Organization: estudo de caso no Curitiba Região e Litoral Convention & Visitors Bureau. CULTUR - Revista de Cultura e Turismo, Ilhéus, v. 10, n. 2, p. 92-96, jun. 2016. Disponível em: https://periodicos.uesc.br/index.php/cultur/article/view/1613. Acesso em: 22 maio 2026.
Portal do Turismo Inteligente de Curitiba. Painel interativo de dados (Power BI). Disponível em: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiOGVkODdiNWItM2M3Yy00MTBjLWI3YzMtOWUwOGYzM2UxMTQ0IiwidCI6Ijg2OGQwZjlhLTA2MDUtNGQwZi1hYWQ5LTlhNGU5OTk4NmRkZiJ9. Acesso em: 22 maio 2026.
SMIT, J. W. Novas abordagens na organização, no acesso e na transferência da informação. In: SILVA, H. C.; BARROS, M. H. T. C. (Org.). Ciência da informação: múltiplos diálogos. Marília: Oficina Universitária Unesp, 2009. Disponível em: https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/10. Acesso em: 22 maio 2026.
ZILLI, Bruno H.; PEREIRA, Melise de L.; PIMENTEL, Maurício T.; SOUZA, Welligton F. L. de. A demanda turística e o contexto dos destinos turísticos inteligentes. RITUR - Revista Iberoamericana de Turismo, v. 15, n. 3, p. 35-60, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.28998/ritur.v15.n3.a2025.pp35-60.19700. Acesso em: 22 maio 2026.
1Doutora em Ciência da Informação (UFMG). Professora Associada do Departamento de Turismo da UFPR. Coordenadora do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR). http://lattes.cnpq.br/5292267261816076.
2 Graduanda em Turismo na Universidade Federal do Paraná - UFPR. Bolsista do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR).
3 Graduanda em Turismo na Universidade Federal do Paraná - UFPR. Estagiária da ADETUR Rotas do Pinhão e voluntária do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR).