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Recebido: 13.03.2026

Aprovado em em: 10.04.2026

Avaliado pelo: Sistema Double Blind Review


EVOLUÇÃO E DINÂMICA DA REDE HOTELEIRA DE CAMPO GRANDE (MS): INFRAESTRUTURA ESTRATÉGICA PARA O FORTALECIMENTO DO TURISMO DE NEGÓCIOS E EVENTOS


EVOLUTION AND DYNAMICS OF THE HOTEL NETWORK IN CAMPO GRANDE (MS): STRATEGIC INFRASTRUCTURE FOR STRENGTHENING BUSINESS AND EVENTS TOURISM


Wantuyr Barbosa Tartari1

E-MAIL: wantuyrtartari@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0001-8437-6341


Giovanna Adriana Tavares Gomes2

E-MAIL: giotavares.adriana@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6742-5447


Joelma Fernandes Arguelho3

E-MAIL: joelmanjo1@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0007-2104-5944


RESUMO

A rede hoteleira desempenha papel estratégico no desenvolvimento do turismo, especialmente no segmento de negócios e eventos, ao oferecer a infraestrutura necessária para atender à demanda de visitantes e fortalecer a competitividade dos destinos. Este estudo teve como objetivo analisar a evolução da rede hoteleira de Campo Grande (MS), com base no Mapeamento de Meios de Hospedagem de 2026, destacando sua importância para o fortalecimento do turismo de negócios e eventos. A pesquisa adotou abordagem quali-quantitativa, utilizando dados primários e secundários obtidos por meio de visitas técnicas realizadas em 75 meios de hospedagem do município. Os dados foram analisados por estatística descritiva e comparação com o levantamento realizado em 2025, complementados por análise qualitativa fundamentada na literatura especializada. Os resultados evidenciam crescimento no número de estabelecimentos, na capacidade de hospedagem, na oferta de espaços para eventos e na adoção de práticas sustentáveis, além de avanços na qualificação dos serviços e da gestão hoteleira. Conclui-se que a evolução da rede hoteleira fortalece o posicionamento de Campo Grande como destino para o turismo de negócios e eventos, embora sua consolidação dependa da integração entre infraestrutura, promoção turística, qualificação profissional e planejamento estratégico.

Palavras-chave: Rede hoteleira. Turismo de negócios e eventos. Observatório de turismo.


ABSTRACT

The hotel network plays a strategic role in tourism development, particularly in the business and events tourism segment, by providing the infrastructure required to accommodate visitors and enhance destination competitiveness. This study aimed to analyze the evolution of the hotel network in Campo Grande, Mato Grosso do Sul, based on the 2026 Hotel Accommodation Mapping, highlighting its importance for strengthening business and events tourism. A qualitative and quantitative approach was adopted using primary and secondary data collected through technical visits to 75 accommodation establishments in the municipality. The data were analyzed using descriptive statistics and compared with the 2025 survey, complemented by a qualitative analysis supported by the specialized literature. The results reveal growth in the number of establishments, accommodation capacity, event facilities, and the adoption of sustainable practices, as well as improvements in service quality and hotel management. The study concludes that the evolution of the hotel network strengthens Campo Grande's position as a destination for business and events tourism, although its consolidation depends on the integration of infrastructure, tourism promotion, professional qualification, and strategic planning.


Keywords: Hotel network. Business and events tourism. Tourism observatory.



1. INTRODUÇÃO


O turismo consolidou-se, nas últimas décadas, como uma das atividades econômicas mais dinâmicas do mundo, assumindo papel relevante na geração de emprego, renda e desenvolvimento territorial. Conforme destaca Beni (2019), o turismo deve ser compreendido como um sistema complexo, no qual diferentes elementos, como transporte, hospedagem, alimentação e atrativos, interagem de forma integrada para compor a experiência do visitante.

Entre esses elementos, a rede hoteleira ocupa posição estratégica, pois está diretamente relacionada à permanência do turista no destino e à sua capacidade de absorver fluxos de visitantes. A qualidade, diversidade e capacidade dos meios de hospedagem influenciam não apenas a competitividade do destino, mas também sua imagem no mercado turístico (Cooper et al., 2011).

No contexto contemporâneo, o turismo de negócios e eventos tem se destacado como um dos segmentos mais relevantes e resilientes do setor. Diferentemente do turismo de lazer, esse segmento apresenta menor sazonalidade e maior previsibilidade de demanda, contribuindo para a estabilidade econômica dos destinos turísticos (Getz, 2008). Além disso, eventos corporativos, técnicos e institucionais promovem significativa movimentação econômica, gerando impactos diretos e indiretos em diversos setores.

No atual mundo globalizado que a humanidade vive não basta apenas possuir belas paisagens para tornar um destino competitivo, é necessário investir na tecnologia dos meios de comunicação no fortalecimento de aspectos culturais e sociais e na qualidade da prestação dos serviços (Duarte, 1996).

Nas últimas décadas, as empresas hoteleiras passaram por grandes inovações e aperfeiçoamentos tecnológicos, mas o elemento humano continua sendo fundamental para o processo, pois o consumidor da atividade turística está cada vez mais exigente sendo preciso oferecer serviços de qualidade satisfazendo suas necessidades e exigências. A indústria de hotéis tem um significado muito grande dentro de uma estratégia turística de política de desenvolvimento, pois é um dos principais suportes do roteiro turístico (Castelli, 2001).

Campo Grande, capital do estado de Mato Grosso do Sul, apresenta características favoráveis à consolidação desse segmento. Sua localização estratégica no Centro-Oeste brasileiro, aliada à condição de polo regional de serviços, comércio e administração pública, contribui para sua atratividade como destino para eventos. O Plano Municipal de Turismo reconhece o turismo de negócios e eventos como uma vocação natural do município, destacando a necessidade de fortalecimento da infraestrutura turística, especialmente no que se refere aos meios de hospedagem (PMCG, 2017).

Nos últimos anos, a cidade tem buscado se posicionar de forma mais competitiva no cenário regional e nacional, investindo na qualificação de sua oferta turística e na estruturação de produtos e serviços voltados ao atendimento de demandas corporativas. Nesse contexto, o crescimento da rede hoteleira torna-se um indicador relevante do desenvolvimento turístico local.

Entretanto, é importante considerar que o crescimento da rede hoteleira, isoladamente, não garante o fortalecimento do turismo local. A ampliação da oferta de hospedagem precisa estar articulada a fatores como aumento efetivo da demanda turística, qualificação dos serviços, planejamento urbano, promoção do destino e sustentabilidade econômica do setor. Em alguns contextos, a expansão desordenada da infraestrutura hoteleira pode resultar em baixa ocupação, aumento da concorrência predatória e fragilidade financeira dos empreendimentos.

Diante disso, o presente estudo tem como objetivo analisar a evolução da rede hoteleira de Campo Grande (MS), com base no Mapeamento de Meios de Hospedagem de 2026, destacando sua importância para o fortalecimento do turismo de negócios e eventos e para o posicionamento do município como destino estratégico para a realização de eventos no Centro-Oeste brasileiro.


2. METODOLOGIA


A pesquisa caracteriza-se como um estudo de abordagem quali-quantitativa, com base em dados primários e secundários obtidos por meio do Mapeamento da Rede Hoteleira de Campo Grande – 2026, elaborado pelo Observatório de Turismo municipal.

A coleta de dados foi realizada nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, por meio de visitas técnicas in loco a 75 meios de hospedagem distribuídos no município. A pesquisa adotou caráter censitário, buscando abranger a totalidade dos meios de hospedagem formalmente identificados no município durante o período da pesquisa. Foram mapeados 75 estabelecimentos ativos, incluindo hotéis, pousadas, apart-hotéis e similares cadastrados em bases institucionais do município de Campo Grande. Dessa forma, não houve definição de amostra probabilística, uma vez que o objetivo foi levantar informações do conjunto dos empreendimentos em operação no município no período analisado.

Durante as visitas, foram aplicados formulários estruturados elaborados pelo Observatório de Turismo, compostos por questões fechadas e semiestruturadas destinadas à coleta de informações quantitativas e qualitativas. Os instrumentos contemplaram variáveis relacionadas à infraestrutura física dos estabelecimentos, número de unidades habitacionais (UHs), quantidade de leitos, taxa média de ocupação, oferta de auditórios e salas de reunião, acessibilidade, práticas sustentáveis, serviços oferecidos, perfil da gestão e percepção dos gestores sobre o mercado turístico local. Os dados foram organizados e analisados por meio de estatística descritiva, permitindo identificar padrões, tendências e variações em relação ao levantamento realizado em 2025. Essa análise comparativa possibilitou compreender a evolução recente da rede hoteleira e suas implicações para o desenvolvimento turístico local.

Os dados quantitativos foram ponderados por meio de frequências absolutas, percentuais e análise comparativa entre os levantamentos de 2025 e 2026, permitindo identificar tendências de crescimento e alterações na capacidade instalada da rede hoteleira. Já os dados qualitativos foram interpretados de forma descritiva, especialmente aqueles relacionados às práticas de sustentabilidade, percepção dos gestores, estratégias de atendimento e adaptação às demandas do turismo de negócios e eventos.

Além da análise quantitativa, foram incorporadas reflexões qualitativas baseadas na literatura especializada em turismo, planejamento e hospitalidade, permitindo interpretar os dados à luz de conceitos teóricos consolidados. Conforme destacam Lohmann e Panosso Netto (2012), a integração entre dados empíricos e fundamentação teórica é essencial para a produção de conhecimento aplicado ao planejamento turístico.


3. RESULTADOS E DISCUSSÕES


Os resultados do Mapeamento da Rede Hoteleira de Campo Grande – 2026 evidenciam um cenário de crescimento e fortalecimento da infraestrutura de hospedagem do município, refletindo avanços importantes no setor turístico local.

Inicialmente, destaca-se o aumento no número de meios de hospedagem, que passou de 71 estabelecimentos em 2025 para 75 em 2026. Embora o crescimento numérico possa parecer discreto, ele representa um movimento consistente de expansão da oferta, indicando a entrada de novos empreendimentos no mercado e a consolidação do destino como ambiente favorável a investimentos no setor (Semades, 2026).

Esse crescimento torna-se ainda mais significativo quando analisada a capacidade instalada da rede hoteleira. O número de unidades habitacionais (UHs) aumentou de 3.889 para 4.078, representando crescimento de 4,85%. Já o número total de leitos apresentou expansão ainda mais expressiva, passando de 9.218 para 10.508, um aumento de 13,99%. Esses dados demonstram não apenas a ampliação da oferta, mas também a capacidade do município de atender a um maior volume de visitantes (Semades, 2026). Sob a perspectiva da competitividade turística, a ampliação da capacidade instalada fortalece as condições do município para disputar eventos e fluxos corporativos com outros destinos regionais.


Figura 1- número de leitos dos hotéis de Campo Grande (MS).

Fonte: Semades, 2026.


Do ponto de vista do planejamento turístico, esse crescimento é fundamental para a consolidação de Campo Grande como destino de negócios e eventos. Segundo Getz (2008), a realização de eventos depende diretamente da capacidade do destino de oferecer infraestrutura adequada para acomodar participantes, palestrantes e equipes técnicas.

A taxa média anual de ocupação hoteleira, estimada em 52,36% em 2025, indica um nível consistente de utilização da rede hoteleira, ainda que com variações sazonais ao longo do ano. Esse padrão é típico de destinos com forte presença do turismo de negócios, nos quais a demanda tende a concentrar-se em dias úteis e períodos específicos do calendário corporativo (Semades, 2026).

Outro aspecto relevante refere-se à diversificação e adaptação da oferta de serviços. O aumento de hotéis que aceitam animais de estimação, atingindo 65,33% em 2026, evidencia a incorporação de tendências contemporâneas do turismo, ampliando o público-alvo dos empreendimentos (Semades, 2026).

No campo da sustentabilidade, observou-se que a grande maioria dos meios de hospedagem (89,33%) já adota práticas sustentáveis, incluindo uso de energia solar, gestão de resíduos, reuso de água e eficiência energética (Semades, 2026). Esse resultado demonstra alinhamento com as diretrizes globais de sustentabilidade no turismo, que têm ganhado cada vez mais relevância no cenário internacional (UNWTO, 2020).

A infraestrutura para eventos também se destaca como um elemento estratégico. O levantamento identificou que 36% dos hotéis possuem auditórios ou salas de reunião, com capacidade total ampliada para aproximadamente 4.722 pessoas. Esse dado reforça o potencial de Campo Grande para sediar eventos de pequeno e médio porte, contribuindo para a dinamização da economia local.

Além da função operacional, a presença de infraestrutura voltada para eventos contribui para o posicionamento estratégico do município no segmento de turismo de negócios e eventos. A existência de espaços adequados para reuniões corporativas, treinamentos e encontros institucionais amplia a capacidade de inserção de Campo Grande em circuitos regionais de eventos, fortalecendo sua imagem como destino apto ao atendimento desse mercado específico.


Figura 2 – auditórios e salas de reuniões nos hotéis de Campo Grande (MS).

Fonte: Semades, 2026.


Além disso, a presença de atendimento bilíngue em 19,74% dos estabelecimentos, embora ainda incipiente, indica avanços na internacionalização do destino. Esse aspecto torna-se especialmente relevante diante das oportunidades associadas à Rota Bioceânica, que consiste em um corredor rodoviário internacional que ligará o Brasil aos portos do norte do Chile, atravessando o Paraguai e a Argentina, e tende a ampliar o fluxo de visitantes estrangeiros na região (Semades, 2026).

Outro ponto importante refere-se ao capital humano do setor. O tempo médio de atuação dos gestores, de 10 anos e 9 meses, revela elevada experiência profissional, fator que contribui para a qualidade da gestão e dos serviços oferecidos. Esse dado é reforçado pelo alto índice de satisfação dos profissionais, com média de 4,65 em uma escala de 1 a 5 (Semades, 2026).

De forma geral, os resultados evidenciam que a rede hoteleira de Campo Grande encontra-se em processo de amadurecimento, apresentando avanços quantitativos e qualitativos relevantes para o desenvolvimento turístico local. Contudo, os dados também indicam que o fortalecimento do destino não depende exclusivamente da expansão da infraestrutura hoteleira, mas da articulação entre capacidade instalada, promoção turística, qualificação profissional, captação de eventos e integração entre os atores do setor turístico.


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS


A análise da evolução da rede hoteleira de Campo Grande evidencia que o município tem avançado de forma consistente na consolidação de sua infraestrutura turística, especialmente no atendimento às demandas do turismo de negócios e eventos. O crescimento observado no número de estabelecimentos, na capacidade de hospedagem e na qualificação dos serviços reforça a relevância dos resultados alcançados, indicando não apenas a confiança do setor privado no potencial turístico local, mas também a efetividade das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do setor.

Tais avanços mostram-se particularmente significativos considerando a vocação do município para o turismo de negócios e eventos, conforme estabelecido no Plano Municipal de Turismo. A ampliação da infraestrutura hoteleira, associada à oferta de espaços para eventos e à melhoria dos serviços, contribui diretamente para o fortalecimento do posicionamento de Campo Grande como destino competitivo no cenário regional.

Além disso, a crescente adoção de práticas sustentáveis e a adaptação às novas demandas do mercado demonstram alinhamento do setor às tendências globais, aspecto fundamental para sua sustentabilidade em longo prazo. Nesse contexto, destaca-se a importância do Observatório de Turismo como ferramenta estratégica de monitoramento e planejamento, possibilitando a produção de dados qualificados que subsidiam a tomada de decisão e a formulação de políticas públicas.

Como implicações práticas, os resultados indicam a necessidade de continuidade dos investimentos em infraestrutura, qualificação profissional e promoção turística, a fim de consolidar o posicionamento do município no segmento de eventos. Contudo, ressalta-se como limitação do estudo o recorte temporal da análise, concentrado em dados recentes, o que sugere a importância de investigações longitudinais para acompanhamento mais aprofundado das dinâmicas do setor.

Por fim, a pesquisa abre possibilidades para estudos futuros que explorem, de forma mais detalhada, a relação entre a expansão da rede hoteleira e os impactos econômicos do turismo de eventos, bem como análises sobre a competitividade do destino em comparação com outras cidades do Centro-Oeste. Tais abordagens podem contribuir para o aprimoramento das estratégias de planejamento turístico e para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável do setor.


REFERÊNCIAS


BENI, Mário Carlos. Análise estrutural do turismo. 14. ed. São Paulo: SENAC, 2019.


CASTELLI, G. Administração Hoteleira. 9 ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2001.


COOPER, Chris; FLETCHER, John; FYALL, Alan; GILBERT, David; WANHILL, Stephen. Turismo: princípios e práticas. Porto Alegre: Bookman, 2011.


DUARTE, Vladir Vieira. Administração de sistemas hoteleiros: conceitos básicos. São Paulo: SENAC, 1996.


GETZ, Donald. Event tourism: definition, evolution and research. Tourism Management, v. 29, n. 3, 2008.


LOHMANN, Guilherme; PANOSSO NETTO, Alexandre. Teoria do turismo: conceitos, modelos e sistemas. São Paulo: Aleph, 2012.


UNWTO, Organização Mundial do Turismo. Global Report on Sustainable Tourism. Madrid: UNWTO, 2020.


UNWTO, Organização Mundial do Turismo. One Planet Vision for a Responsible Recovery of the Tourism Sector. Madrid: UNWTO, 2020. Disponível em: https://webunwto.s3.eu-west-1.amazonaws.com/s3fs-public/2020-06/one-planet-vision-responsible-recovery-of-the-tourism-sector.pdf. Acesso em 16 mar. 2026.


PMCG, Prefeitura Municipal de Campo Grande. Plano Municipal de Turismo de Campo Grande. Campo Grande, 2017. Disponível em https://cdn.campogrande.ms.gov.br/portal/prod/uploads/sites/10/2017/08/PLANO-MUNICIPAL-DE-TURISMO.pdf. Acesso em 16 mar. 2026.


SEMADES, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável. Mapeamento Meios de Hospedagem 2026. Campo Grande: SEMADES, 2026. Disponível em Mapeamento Hoteleiro 2026. Acesso em 16 mar. 2026.



1 Turismólogo pelo Instituto Superior da FUNLEC (2005); Licenciatura em Letras. Faculdade Educacional da Lapa (2017); Graduação em Administração, pela Universidade Estácio de Sá (2019); Licenciatura em Pedagogia, pela Faculdade Educamais (2021); Licenciatura, pelo Centro Universitário Internacional (2024). Pós-graduado em Gestão Estratégica Empresarial e de Recursos Humanos, pela UNIASSELVI (2008). Mestre em Desenvolvimento Local pela Universidade Católica Dom Bosco (2026). Link para Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/2802491946193972.

2 Doutora em Ciências Sociais e Performances Culturais pela Universidade Federal de Goiás, mestre em Turismo e Hotelaria pela Universidade do Vale do Itajaí, especialista em Gestão em Turismo e Hotelaria, Administração do Setor Público, Administração em Marketing de Serviços e Social, além de MBA em Gestão de Projetos e MBA Executivo em Coaching. É bacharela em Turismo e graduada em Marketing. Atua na área de pesquisa aplicada, com experiência em turismo, hotelaria, eventos, marketing, gestão comercial e inteligência de mercado. É servidora pública do Estado de Goiás, coordenadora do Observatório do Turismo do Estado de Goiás, coordenadora do OBITUR/ABBTUR Nacional, presidente da ABBTUR-GO e da Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT). Agência Estadual de Turismo de Goiás (Goiás Turismo) / Observatório do Turismo do Estado de Goiás. SESC Goiás. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9245967497361899.

3 Arquiteta e Urbanista, pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2016), Artista Visual pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2003), Pós-graduada em Cultura e Criação pelo Sesc/MS (2008). Mestre em Desenvolvimento Local pela Universidade Católica Dom Bosco (2024). Doutoranda em Desenvolvimento Local pela Universidade Católica Dom Bosco. Pesquisadora Observatório da Rota Bioceânica. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3609330543215729.

90 Revista Brasileira dos Observatórios de Turismo - ReBOT, Natal/RN, v.5, n.2, Dossiê 4ª Mostra de Pesquisa Científica e Mercadológica da RBOT, p. 85-94, 2026.