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Recebido em: 13.03.2026

Aprovado em: 10.04.2026

Avaliado pelo: Sistema Double Blind Review


Fluxos Turísticos no Parque Nacional do Iguaçu: Uma Análise Comparativa entre 2019 e 2025


Tourist Flows in the Iguaçu National Park: A Comparative Analysis between 2019 and 2025


Ana Laura de Oliveira Sister1

E-MAIL: ana.sister@ufpr.br

ORCID: https://orcid.org/0009-0004-3995-364X


Ariele Follmann Oliveira2

E-MAIL:  arieleoliveira@ufpr.br

ORCID: https://orcid.org/0009-0001-5418-404X


Lais Janhaki3

E-MAIL: laisjaleixo@gmail.com

ORCID: https://orcid.org/0009-0000-2560-7608


Juliana Medaglia4

E-MAIL:  juliana.medaglia@ufpr.br

ORCID: https://orcid.org/0000-0002-4034-5113


Melise de Lima Pereira5

E-MAIL: melisepereira@ufpr.br

ORCID: https://orcid.org/0000-0003-1904-8429



RESUMO

O estudo analisa a retomada do fluxo turístico no Parque Nacional do Iguaçu (Paraná) comparando os períodos da pré-pandemia (2019) e pós-pandemia (2025) da Covid-19. A pesquisa é descritiva, exploratória e quantitativa, fundamentada em análise documental com dados secundários do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR) extraídos do site Destino Foz. Os indicadores analisados via Power BI incluíram ano, origem dos visitantes (país e estado), volume de turistas e meses de visitação. Os resultados indicam mudanças nas tendências sazonais: os meses de pico (janeiro e julho) apresentaram queda em 2025 em comparação a 2019, resultando em menor oscilação da demanda e maior estabilidade ao longo do ano. No cenário nacional, o Brasil permaneceu como o principal mercado emissor; o estado de São Paulo registrou queda de visitantes, enquanto o Paraná cresceu e ampliou sua participação, acompanhado pela diversificação de novos estados emissores (especialmente das regiões Norte e Nordeste). No âmbito internacional, a Argentina manteve a liderança como principal emissora externa (apesar de registrar declínio quantitativo), enquanto mercados emergentes como Alemanha, Chile, Colômbia, China e Canadá apresentaram crescimento. O artigo conclui que o volume total de visitantes permaneceu relativamente estável, mas ocorreram alterações relevantes na redistribuição espacial, sazonalidade e perfil da demanda, o que pode nortear novas estratégias de gestão e promoção turística para o parque.

Palavras-chave: Turismo. Fluxo de visitantes. Parque Nacional do Iguaçu. Paraná.


ABSTRACT

The study analyzes the resumption of tourist flows in the Iguaçu National Park (Paraná) by comparing the pre-pandemic (2019) and post-pandemic (2025) periods of Covid-19. The research is descriptive, exploratory, and quantitative, based on a documentary analysis of secondary data from the Paraná Tourism Observatory (OBSTUR/PR) extracted from the Destino Foz website. The indicators analyzed via Power BI included year, origin of visitors (country and state), tourist volume, and visitation months. The results indicate changes in seasonal trends: peak months (January and July) showed a decline in 2025 compared to 2019, resulting in less demand fluctuation and greater stability throughout the year. Domestically, Brazil remained the main source market; the state of São Paulo registered a decrease in visitors, while Paraná grew and expanded its participation, accompanied by a diversification of other sending states (especially from the North and Northeast regions). Internationally, Argentina maintained its leadership as the main foreign source market (despite a quantitative decline), while emerging markets such as Germany, Chile, Colombia, China, and Canada experienced growth. The paper concludes that while the total volume of visitors remained relatively stable, relevant changes occurred in spatial redistribution, seasonality, and demand profile, which can guide new management and tourism promotion strategies for the park.

Keywords: Tourism. Visitor flow. Iguaçu National Park. Paraná.


1. INTRODUÇÃO


O Parque Nacional do Iguaçu possui reconhecimento internacional e facilidade para atrair turistas a conhecer as Cataratas do Iguaçu. A dimensão espacial do turismo exige uma análise contínua, já que se trata de uma prática marcada por fases de estabilidade, instabilidade e transformações ligadas às relações entre o local e o global (Souza e Amorim, 2019).

A pandemia de Covid-19 provocou uma das maiores crises já registradas no setor turístico, interrompendo abruptamente o crescimento das atividades turísticas em escala global. As restrições de mobilidade, o fechamento de fronteiras e as medidas de distanciamento social resultaram em uma redução sem precedentes dos fluxos turísticos e das atividades econômicas associadas ao turismo (Lončarić et al., 2022).

Segundo Lončarić et al. (2022), o número de chegadas turísticas globais caiu em 2020, retornando a níveis observados décadas atrás, evidenciando a vulnerabilidade do setor de turismo diante de crises sanitárias globais. De acordo com Cruz (2020), a cessação quase integral das formas de viagem terrestres e aéreas transnacionais decorrente da regulação criada para enfrentar a pandemia resultou em um caos no setor turístico, afetando empresas de diferentes portes. Nesse contexto, diversos destinos turísticos passaram a enfrentar desafios relacionados à paralisação de atividades, à redução de receitas e à necessidade de adaptação às novas condições de funcionamento.

Ao mesmo tempo, o período pós-pandemia passou a ser analisado como uma oportunidade de reestruturação do turismo, especialmente a partir de estratégias voltadas à sustentabilidade, à gestão de fluxos turísticos e à valorização de destinos turísticos naturais (Palacios-Florencio et al., 2021). Para Souza (2021), a capacidade de adaptação e recuperação frente às vulnerabilidades econômicas, políticas, sociais e ambientais é uma das características do turismo.

De acordo com Szekut et al. (2020), o setor de viagens e turismo é considerado um dos mais importantes e de maior expansão da atualidade. Conforme destaca Cruz (2020), existe uma desigualdade territorial no país a respeito da concentração espacial da atividade turística, e é essencial mensurar que os efeitos da crise no setor serão sentidos de forma diferente por cada localidade, sendo mais afetados aqueles que têm uma maior dependência econômica dessa atividade. A interrupção das atividades turísticas durante a pandemia impactou diretamente a visitação no parque, exigindo adaptações operacionais e estratégias de retomada.

Em pouco tempo, os viajantes deixaram de viajar, o transporte deixou de operar, os hotéis deixaram de receber hóspedes, os atrativos turísticos deixaram de ser visitados, os guias deixaram de conduzir seus turistas (Szekut et al., 2020). Diante desse cenário, torna-se relevante compreender como ocorreu a retomada do fluxo turístico no Parque Nacional do Iguaçu na pré-pandemia (2019) e na pós-pandemia (2025) da Covid-19, a partir de uma análise documental com foco no fluxo de visitantes. A pesquisa será exploratória e descritiva, com abordagem quantitativa e análise documental. O problema da pesquisa foi: Como ocorreu a retomada do fluxo de visitação no Parque Nacional do Iguaçu no período analisado?

Para alcançar esse objetivo, este trabalho está estruturado em diferentes seções. Após esta introdução, apresenta-se o referencial teórico, no qual são discutidos os conceitos de informação e de fluxos turísticos, bem como aspectos relacionados à inteligência turística. Em seguida, descreve-se a metodologia adotada para o desenvolvimento da pesquisa. Posteriormente, são apresentados e discutidos os resultados da análise do portal de Foz do Iguaçu. Por fim, apresentam-se as considerações finais do estudo, seguidas das referências utilizadas.


2. METODOLOGIA


Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa exploratória e descritiva, de abordagem quantitativa, baseada em análise documental. A análise concentra-se na comparação entre o período anterior à pandemia de Covid-19, representado pelos dados de 2019, e o período de retomada do turismo, com base em dados de 2025. A pesquisa utiliza dados secundários coletados a partir do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR), especificamente do indicador do site Destino Foz intitulado “Visitação de Atrativos – Resumo Mensal”, referente aos anos de 2019 e 2025. Esses dados foram utilizados na elaboração dos boletins do OBSTUR/PR. A partir disso, selecionaram-se os seguintes indicadores para análise no Power BI: ano (2019 e 2025), origem dos visitantes (país e estado), número de visitantes e meses de visitação.


3. RESULTADOS E DISCUSSÕES


Ao analisar os dados de 2019 e 2025, foi possível comparar o número de visitantes por mês, por estado e por país. Podemos observar na Figura 1, a seguir, algumas tendências sazonais. Em 2019, os maiores fluxos de visitantes concentraram-se nos meses de janeiro e julho, e em 2025 houve uma queda neste mesmo período. Em contrapartida, observou-se menor oscilação de demanda turística ao longo do ano.

Na figura 2, podemos analisar o número de visitantes por estado de origem. Em 2019, observa-se que a maioria dos visitantes vinha do estado de São Paulo, tornando-o o principal emissor de turistas para o Paraná. Entretanto, em 2025, houve uma queda nesses números, o que ampliou a participação relativa do Paraná entre os visitantes nacionais. Na figura 3, observamos que a Argentina foi o principal emissor de turistas internacionais em 2019 e 2025.




Figura 1 – Cruzamento do número de visitantes por mês.

Fonte: Elaboração Própria, 2026.



Os resultados indicam que houve mudanças no fluxo de visitação do Parque Nacional do Iguaçu no período pré-pandemia (2019) e pós-pandemia (2025). Observa-se que os meses com maior fluxo de turistas foram janeiro e julho, períodos associados às férias escolares, quando há maior disponibilidade de tempo para viagens e maior concentração de turistas. No entanto, em 2025, esses meses apresentaram redução em relação a 2019, evidenciando uma diminuição do fluxo de visitação. Ainda em 2025, o número de visitantes manteve-se mais equilibrado, revelando maior estabilidade e menor oscilação sazonal. Esse comportamento sugere uma redistribuição do fluxo turístico, possivelmente relacionada a mudanças nas preferências dos visitantes após a pandemia, que passaram a optar por períodos alternativos de viagem para evitar aglomerações.





Figura 2 – Cruzamento do número de visitantes por estado.

Fonte: Elaboração Própria, 2026.


Os resultados mostram algumas mudanças entre 2019 e 2025. Observa-se que o Paraná, estado onde se localiza o Parque Nacional do Iguaçu, registrou crescimento no número de visitantes, passando de 314.859 em 2019 para 383.374 em 2025, o que reforça a centralidade do destino no turismo nacional. Em contrapartida, São Paulo, que em 2019 liderava em número de visitantes, registrou uma queda em 2025, passando de 402.205 para 269.323, o que pode indicar mudanças no perfil de deslocamento dos turistas ou na atratividade do estado no período pós-pandemia.

Além disso, estados emissores de turistas, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, mantiveram números relativamente estáveis, com pequenas variações, enquanto outros estados, como Santa Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo, apresentaram crescimento considerável, sugerindo uma diversificação das origens dos visitantes. Também chama a atenção o aumento da movimentação turística proveniente dos estados da região Norte e Nordeste, como Acre, Amazonas, Alagoas e Maranhão. Destaca-se o Acre, que passou de 7.929 em 2019 para 18.135 em 2025.

De forma geral, os dados revelam que, embora o volume total de visitantes tenha permanecido relativamente estável, ocorreram mudanças importantes na sazonalidade e na origem da demanda turística, com maior equilíbrio entre todas as regiões do Brasil. Esse cenário pode estar associado tanto às mudanças no comportamento dos turistas após a pandemia, que passaram a buscar alternativas fora dos centros emissores, quanto às estratégias de promoção e incentivo ao turismo regional. Assim, o Parque Nacional do Iguaçu manteve sua relevância como destino consolidado, mas com um perfil de visitantes mais diversificado e distribuído pelo território nacional.


Figura 3 – Cruzamento do número de visitantes por país.

Fonte: Elaboração Própria, 2026


Os resultados indicam que, em 2019, o Parque Nacional do Iguaçu recebeu, no total, 2.020.388 turistas, dos quais 1.073.814 eram brasileiros, o que confirma que o Brasil permanece como o principal mercado emissor de visitantes do Parque.

No período pós-pandemia, em 2025, houve um aumento de 58.156 turistas nacionais, totalizando 1.131.970 visitantes brasileiros. No que se refere ao turismo internacional, a Argentina permanece como o principal emissor estrangeiro, ainda que com redução em relação a 2019, passando de 436.369 para 392.740 visitantes. O crescimento da participação de países como Alemanha (29.289 em 2019 para 37.348 em 2025), Chile (13.350 em 2019 para 18.631 em 2025), Colômbia (14.483 de 2019 para 17.708 em 2025), China (19.719 em 2019 para 21.455 em 2025) e Canadá (6.363 em 2019 para 9.112 em 2025), pode indicar um processo de diversificação dos mercados emissores internacionais, reforçando a relevância do Parque Nacional do Iguaçu no cenário turístico global. Em contrapartida, mercados como o Japão (12.557 em 2019 para 7.811 em 2025), o Israel (10.312 em 2019 para 7.077 em 2025) e a Austrália (11.037 em 2019 para 8.636 em 2025) registraram retração no número de visitantes.

Os resultados evidenciam oportunidades para o fortalecimento da promoção turística voltada à manutenção de mercados já consolidados, como Brasil e Argentina, que continuam apresentando forte participação no fluxo de visitantes. Ao mesmo tempo, observa-se o crescimento de mercados internacionais emergentes, como Alemanha, Chile, Colômbia, China e Canadá, indicando uma maior diversificação das origens dos turistas. Esse cenário reforça a relevância do Parque Nacional do Iguaçu no contexto turístico internacional e evidencia a necessidade de estratégias capazes de ampliar sua inserção em diferentes mercados emissores.


4. CONSIDERAÇÕES FINAIS


Conclui-se que as alterações mais relevantes estão associadas à redistribuição espacial e ao perfil dos países emissores. Os resultados sugerem que as mudanças observadas podem estar associadas tanto aos impactos da pandemia quanto a fatores socioeconômicos e às transformações nas dinâmicas do turismo, como o poder aquisitivo, as condições de deslocamento e as estratégias de promoção turística.

No cenário nacional, o Brasil mantém-se como o principal emissor, com destaque para o crescimento do Paraná, que passa a apresentar maior participação entre os estados emissores, seguido por São Paulo. Já no âmbito internacional, a Argentina continua sendo o principal emissor estrangeiro, embora em declínio, enquanto países como Alemanha, Chile, Colômbia, China e Canadá apresentam crescimento, indicando maior diversificação dos mercados emissores internacionais.

Como limitação da pesquisa, destaca-se a utilização de dados secundários restritos aos anos de 2019 e 2025, sem abrangência contínua do período pandêmico. Além disso, o estudo possui caráter descritivo e documental, não contemplando dados qualitativos relacionados às motivações ou percepções dos visitantes. Para pesquisas futuras, sugere-se a ampliação da série temporal analisada e a incorporação de métodos qualitativos, como entrevistas e questionários.

Dessa forma, o estudo reforça a importância de compreender não apenas os números absolutos, mas também as tendências e variações nos mercados emissores, de modo a subsidiar estratégias de gestão e promoção turística que contribuam para a sustentabilidade e a competitividade do Parque Nacional do Iguaçu no cenário nacional e internacional.


REFERÊNCIAS


CRUZ, Rita de Cássia Ariza da. O evento da Covid-19 e seus impactos sobre o setor turismo: em busca de uma análise multi e trans-escalar. Observatório de Inovação do Turismo – Revista Acadêmica, v. 14, n. esp., p. 2-15, dez. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.17648/raoit.v14n4.6636. Acesso em: 12 mar. 2026.


LONČARIĆ, Dina; POPOVIĆ, Petra; KAPEŠ, Jelena. Impact of the COVID-19 pandemic on tourism: a systematic literature review. Tourism: An International Interdisciplinary Journal, v. 70, n. 3, p. 512-526, 2022. DOI: https://doi.org/10.37741/t.70.3.12.


PALACIOS-FLORENCIO, B.; SANTOS-ROLDÁN, L.; BERBEL-PINEDA, J. M. et al. Sustainable tourism as a driving force of the tourism industry in a post-COVID-19 scenario. Social Indicators Research, v. 158, p. 991–1011, 2021. DOI: https://doi.org/10.1007/s11205-021-02735-2.


SOUZA, Mariana Cristina da Cunha. O Estado e o turismo no Brasil: análise das políticas públicas no contexto da pandemia da COVID-19. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, [S. l.], v. 15, n. 1, p. 2137, 2021. DOI: 10.7784/rbtur.v15i1.2137. Disponível em: https://rbtur.org.br/rbtur/article/view/2137. Acesso em: 10 mar. 2026.


SOUZA, Mariana Cristina Cunha; AMORIM, Margarete Cristiane Costa Trindade. A prática turística no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu-PR (Brasil) e os elementos formadores do espaço. Caderno de Geografia, v. 29, n. 57, p. 561-582, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.5752/P.2318-2962.2019v29n57p561-582. Acesso em: 16 mar. 2026.


SZEKUT, Andressa et al. Impactos negativos na oferta turística de Foz do Iguaçu em decorrência das suspensões de atividades por conta da COVID-19. Fórum Internacional de Turismo do Iguaçu, Foz do Iguaçu, v. 40, n. 4, p. 1-20, 2020. Disponível em: https://www.sisapeventos.com.br/deangeli/wiew/inscription/submission/files/3/424-1797-5.pdf. Acesso em: 16 mar. 2026.





1Bacharelanda em Turismo da Universidade Federal do Paraná - UFPR. Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC - CNPQ). Pesquisadora do Grupo de pesquisa em Turismo, Marketing e Competitividade (TMC - UFPR). http://lattes.cnpq.br/4347649808091023.

2Bacharelanda em Turismo da Universidade Federal do Paraná - UFPR. Voluntária do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR). https://lattes.cnpq.br/4685463317967313.

3Bacharelanda em Turismo da Universidade Federal do Paraná - UFPR. Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC - CNPQ). Membro do Grupo de pesquisa em Turismo, Educação, Emprego e Mercado (TEEM-UFPR). Voluntária do Observatório de Turismo do Paraná (OBSTUR/PR). https://lattes.cnpq.br/7158326832332436.

4 Doutora em Ciência da Informação (UFMG). Professora Associada do Departamento de Turismo da UFPR. Coordenadora do Observatório de Turismo do Paraná. http://lattes.cnpq.br/5292267261816076.

5 Doutora em Turismo e Hotelaria (UNIVALI). Professora Adjunta no Departamento de Turismo da UFPR. Pesquisadora dos grupos de pesquisa Observatório de Turismo (OBSTUR/PR) e Turismo, Marketing e Competitividade (TMC - UFPR). https://lattes.cnpq.br/0436042522843445.

257 Revista Brasileira dos Observatórios de Turismo - ReBOT, Natal/RN, v.5, n.2, Dossiê 4ª Mostra de Pesquisa Científica e Mercadológica da RBOT, p. 252-260, 2026.