AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DE ESTUDANTES DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA, PAU DOS FERROS/RN
DOI:
https://doi.org/10.59776/2358-243X.2025.6201Keywords:
Qualidade de Vida, Acadêmicos, Educação FísicaAbstract
O estudo teve como objetivo analisar a percepção sobre a qualidade de vida de acadêmicos do curso de Educação Física, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Campus Avançado de Pau dos Ferros, RN. A pesquisa foi descritiva com abordagem quantitativa, onde foi aplicado dois questionários, um validado pela Organização Mundial de Saúde (WHOQOL - BREF) e outro que contempla as variáveis relacionadas ao perfil socioeconômico. O público alvo foram 108 estudantes do curso de Educação Física, regularmente matriculados na instituição de ensino que responderam aos questionários, de forma presencial. O domínio meio ambiente, apresentou dados medianos para os questionamentos relativos à segurança, ambiente físico, recursos financeiros, oportunidades de novas informações, de recreação e lazer, apresentando-se como fator que demanda um olhar mais cuidadoso para as questões mencionadas neste domínio. Enquanto, o domínio relações sociais apresentou uma avaliação insatisfatória no tocante as questões correspondentes ao suporte familiar, relações com amigos e com a vida sexual dos indivíduos. Portanto direcionar um olhar para a melhoria da qualidade de vida dos estudantes do curso de Educação Física pode ser uma ação positiva na socialização destes sujeitos em comunidade, pois sua condição de bem-estar vai refletir diretamente no outro, os acadêmicos precisam de um apoio para enfrentarem as dificuldades que aparecem ao longo do curso, principalmente, quando estão começando no ensino superior, onde dedicam vários anos de suas vidas ao estudo, a rotina estressante e vários outros fatores que contribuem para o surgimento de sentimentos negativos no dia a dia. Conclui-se que os resultados obtidos podem auxiliar no planejamento de ações em prol dos universitários com o intuito de melhor atendê-los nas adversidades vivenciadas durante o percurso acadêmico e, por meio delas, favorecer a procura por soluções mais equitativas, com estratégias de promoção da qualidade de vida dos acadêmicos e, consequentemente, um melhor bem-estar para todos.
