A INCLUSÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO

Autores/as

  • MANOEL LEONILSON FERREIRA COSTA

DOI:

https://doi.org/10.59776/2358-243X.2018.694

Palabras clave:

Inclusão, Educação Fí­sica, Portadores de necessidades educativas especiais

Resumen

Diante da demasiada demanda de alunos com deficiência nas escolas é necessário que o
professor seja o máximo possí­vel qualificado para atender a essas inúmeras especificidades e
consiga incluir esses alunos na sua proposta pedagógica. Sendo assim, torna-se necessário
refletirmos a sua prática docente para melhor entendermos essa situação em seu contexto e
tentarmos aprender o máximo possí­vel a como lidar com essas dificuldades. Pensando nisso,
o presente trabalho trata-se de um estudo a partir de um relato de experiência da disciplina de
estágio II, do curso de licenciatura em Educação Fí­sica pela UERN/CAMEAM, no qual,
fazia-se presente um aluno portador de necessidades especiais. Visa, portanto, analisar essa
prática realizada no estágio, tendo como foco discussões dos aspectos de inclusão do aluno
com deficiência. É importante destacarmos que o estágio foi realizado na Escola Municipal
Professora Nila Rego, situada na rua Raimundo Severiano do Rêgo, S/N – Princesinha do
Oeste, Pau dos Ferros – Estado do Rio Grande do Norte. O mesmo foi implementado entre os
dias 07/08/2017 a 09/10/17, com o total de 30 horas/aulas de intervenção. No decorrer do
desenvolvimento são apresentados relatos das experiências propiciadas por esse estágio,
discutindo situações e fatores relativos a inclusão, especialmente de uma aluna portadora de
necessidades educativas especiais, com base no referencial levantado. Podemos dizer que a
prática apresentada no decorrer desse processo de estágio apresentou coerência em sua
realização, ao considerarmos os critérios que os referencias nos apontam e que devem ser
seguidos para que haja maiores possibilidades da realização de uma pratica pedagógica
coerente, especialmente quando nos balizamos nos princí­pios de inclusão para portadores de
necessidades educacionais especiais. Ao levar em conta esses princí­pios, acreditamos ter sido
possí­vel atender as dificuldades do aluno deficiente de forma satisfatória, sem deixar de lado
as necessidades educacionais dos outros alunos.

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Publicado

2018-02-20 — Actualizado el 2018-02-20

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