PERCEPÇÕES, CONSTRUÇÕES E REFLEXÕES GEOPOLÍTICAS SOBRE O MONSTRO FRANKENSTEIN DE MARY SHELLEY: UM ENSAIO CONTEMPORÂNEO

Autores

Palavras-chave:

Frankenstein; Controle; Poder; Inglaterra; Colonização; Estados Unidos; Capitalismo.

Resumo

O trabalho traz um panorama dos processos e dinâmicas sociopolíticas e históricas que moldaram o capitalismo, tendo como ponto de partida a Inglaterra. Analisamos seu papel como berço e propagador do sistema capitalista, suas lutas por poder e riqueza, e seus conflitos com espanhóis, franceses e holandeses no Atlântico e no “Novo Mundo”. A Inglaterra conquistou colônias de outras potências europeias, incluindo territórios espanhóis na América do Norte, onde emergiram os Estados Unidos. Após intensos conflitos, perdeu a colônia e, consequentemente, parte de sua influência, invertendo-se a relação entre criador e criatura, com a Inglaterra sendo controlada pelos Estados Unidos. A obra propõe reflexões sobre as conexões entre política, geopolítica e desenvolvimento capitalista, e sobre as transformações no trabalho criativo. Aborda a alienação e objetificação do trabalhador, bem como a fetichização do produto, que assume qualidades superiores ao criador. O trabalho explora esses assuntos pela obra Frankenstein de Mary Shelley, em analogias com o monstro quanto como produto criado.

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Biografia do Autor

Marcelo Duarte, Universidade Federal Fluminense

Mestre em Educação, Gestão e Difusão em Biociências pelo Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Especializado em Filosofia pelo Departamento de Pós-Graduação Lato-Sensu da Universidade Gama Filho (UGF); Especializado em Neuropsicopedagogia pela Universidade Estácio de Sá (UNESA); Especializado em Ciências da Religião pelo Departamento de Pós-Graduação da Faculdade Unida; Licenciado em Pedagogia Plena com Habilitação ao Magistério das Disciplinas Pedagógicas do Ensino Fundamental e Médio, Orientação, Supervisão e Administração Educacional pela Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF); Bacharel em Teologia pela Faculdade Unida de Vitória - ES; Licenciado em Filosofia pela Universidade de Taubaté (UNITAU); Licenciado em História e Sociologia pela Universidade Estácio de Sá (UNESA) e Bacharel em Filosofia pelo Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Atuou como colaborador em diversos projetos e trabalhos realizados por Instituições sem fins lucrativos para a orientação, auxílio e inserção social de Crianças, Adolescentes e Adultos que vivem em estado de marginalização e vulnerabilidade social em Comunidades, Hospitais e Casas de detenção nos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Também participou de um projeto humanitário na Bolívia em 1996 e 1998, Cidade de Puerto Suarez e Santa Cruz de la Sierra, inclusive em Aldeias indígenas, onde sua perspectiva de vida, sociedade e relações sociais mudaram radicalmente. Atuou como Apresentador de um Programa de Rádio FM no Estado do Rio de Janeiro (com mais de 200 mil ouvintes por dia), Lecionou Disciplinas de Teologia em Institutos, Seminários e Faculdades de Teologia no Estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais, e atualmente Leciona Filosofia em escolas da rede Estadual e privada do Rio de Janeiro, isso como professor Docente I. E como pesquisador tem buscado entender questões sobre processos, conteúdos e estruturas educacional, a violência e sua percepção no espaço escolar, como exposto na Dissertação de Mestrado, onde o problema foi "O impacto da violência urbana na percepção de estudantes da Educação Básica;" bem como sobre a inconstitucionalidade da prática do Ensino Religioso e a violência do mesmo para com a consciência dos educandos no espaço público escolar, onde resultaram trabalhos como "O Ensino Religioso na Educação de Niterói: Facultativo ou Obrigatório, Confessional ou Plural?" e " A Introdução do Ensino Religioso na Educação Pública Brasileira e sua Filosofia," no qual são levantadas questões relacionadas a filosofia e pensamento crítico, sobretudo no que diz respeito a formação filosófica dos estudantes da rede pública. Não apenas nestes, mas em todas as produções há as considerações e críticas sobre o por que dos educandos da rede pública não possuírem certa formação que abarque mais conteúdos filosóficos e científicos, para e em sua formação plena enquanto indivíduos, sujeitos e cidadãos. Também participou-atuou simultaneamente com outras atividades como projetista de redes de telecomunicações em projetos de elaboração, expansão e na implementação de Rede de Telecomunicações no Brasil, telefonia fixa, móvel e internet para a população em geral, empresas e instituições públicas (a exemplo, como Hospitais, Universidades, Forças Armadas, Escolas etc) e privadas, tanto em rede Metálica quanto em Fibra óptica no país, pelas empresas Telemar e Embratel, especificamente no Estado Rio de Janeiro, Brasil, dos anos 2000-2012.

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Publicado

2026-03-03