NEUROPLASTICIDADE E PROCESSOS DE APRENDIZAGEM

interfaces entre diferenças neurocognitivas e práticas educacionais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.21920/recei.v12i39.8417

Palavras-chave:

Dislexia; prática docente; fluência leitora; inclusão escolar.

Resumo

Este artigo analisa como os conhecimentos e as práticas docentes se relacionam com o desenvolvimento da fluência leitora de crianças com dislexia. O estudo, de natureza qualiquantitativa, exploratória e descritiva, articula revisão bibliográfica e aplicação de questionário semiestruturado, composto por 17 questões, a cinco professoras da educação básica. As respostas foram organizadas em três categorias: saber docente e formação; compreensão da dislexia e identificação de sinais; práticas inclusivas e barreiras à ação pedagógica. Os resultados indicam que 80% das participantes afirmam saber o que é dislexia, mas 60% não estudaram o tema na graduação. A análise sugere que a formação inicial precisa integrar conhecimento sobre linguagem escrita, planejamento colaborativo e apoio socioemocional. Conclui-se que o desenvolvimento da fluência leitora exige ações baseadas em evidências, sem reduzir a dislexia a um déficit nem responsabilizar individualmente o professor por barreiras institucionais.

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Biografia do Autor

Maria Carmem Silva Batista, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN

Doutora em Letras pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN. Mestra em Letras pela UERN. Graduada em Letras e em Pedagogia pela UERN. Docente associada do Departamento de Educação da UERN

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Publicado

2026-09-14

Como Citar

Batista, M. C. S. (2026). NEUROPLASTICIDADE E PROCESSOS DE APRENDIZAGEM: interfaces entre diferenças neurocognitivas e práticas educacionais . Revista Eletrônica Científica Ensino Interdisciplinar, 12(39). https://doi.org/10.21920/recei.v12i39.8417

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