Fluxos Turísticos no Parque Nacional do Iguaçu
uma análise comparativa entre 2019 e 2025
DOI:
https://doi.org/10.59776/2764-5835.2026.8474Palabras clave:
Turismo., Fluxo de visitantes., Parque Nacional do Iguaçu., Paraná.Resumen
O estudo analisa a retomada do fluxo turístico no Parque Nacional do Iguaçu (Paraná) comparando os períodos da
pré-pandemia (2019) e pós-pandemia (2025) da Covid-19. A pesquisa é descritiva, exploratória e quantitativa, fundamentada em análise documental com dados secundários do Observatório de Turismo do Paraná
(OBSTUR/PR) extraídos do site Destino Foz. Os indicadores analisados via Power BI incluíram ano, origem dos
visitantes (país e estado), volume de turistas e meses de visitação. Os resultados indicam mudanças nas tendências
sazonais: os meses de pico (janeiro e julho) apresentaram queda em 2025 em comparação a 2019, resultando em
menor oscilação da demanda e maior estabilidade ao longo do ano. No cenário nacional, o Brasil permaneceu como
o principal mercado emissor; o estado de São Paulo registrou queda de visitantes, enquanto o Paraná cresceu e
ampliou sua participação, acompanhado pela diversificação de novos estados emissores (especialmente das regiões
Norte e Nordeste). No âmbito internacional, a Argentina manteve a liderança como principal emissora externa
(apesar de registrar declínio quantitativo), enquanto mercados emergentes como Alemanha, Chile, Colômbia, China
e Canadá apresentaram crescimento. O artigo conclui que o volume total de visitantes permaneceu relativamente
estável, mas ocorreram alterações relevantes na redistribuição espacial, sazonalidade e perfil da demanda, o que
pode nortear novas estratégias de gestão e promoção turística para o parque.
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